Felipe Wu vence prata no tiro esportivo e dá primeira medalha ao Brasil... Na categoria até 57 quilos, a judoca Rafaela Silva venceu Dorjsürengiin Sumiya, da Mongólia e ganha a primeira medalha de ouro para o Brasil na Rio/2016... Na categoria até 78 quilos, Mayra venceu a cubana Yalennis Castillo e ficou com o bronze...Rafael Silva, do judô, conquista a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Rio 2016... Arthur Nory faz dobradinha com Diego Hypolito e conquista medalha (bronze) no solo da Ginástica Artística... Diego Hypolito faz uma grande apresentação no solo da Ginástica Artística, faz história nos Jogos Olímpicos e conquista mais uma medalha (prata) para o Time Brasil!... Poliana Okimoto fica com a medalha de bronze na disputa final da maratona aquática... É prata! Arthur Zanetti emocionou todo o ginásio e mandou muito bem nas argolas e garante mais uma medalha olímpica... RECORDE OLÍMPICO! Thiago Braz é ouro nos Jogos Rio 2016. Com a melhor marca da carreira 6,03m, o atleta brasileiro faz história no salto com vara... É prata!! Isaquias Queiroz conquista 2º lugar na Canoagem Velocidade e deixa seu nome na história do Time Brasil e Jogos Olímpicos... Robson Conceição é campeão olímpico no boxe e pela primeira vez o Brasil sobe no lugar mais alto do pódio nos Jogos Olímpicos. É ouro!!... Ágatha e Bárbara conquistam a prata no vôlei de praia após o Brasil ficar fora da decisão nas duas últimas edições dos Jogos Olímpicos... Isaquias Queiroz faz regata de recuperação e conquista o bronze por 21 milésimos! É a segunda medalha do Time Brasil na modalidade... Kahena Kunze e Martine Grael conquistam a medalha de ouro na vela 49erFX... Deu BRASIL! Alison e Bruno atropelam dupla italiana por 2 sets a 0 e conquistam o OURO no vôlei de praia... É prata! Isaquias Queiroz e Erlon Souza chegam em 2º na final de C2 1000m na Canoagem Velocidade... Brasil é OURO no futebol masculino no Maracanã e leva a torcida à loucura. Em jogo emocionante, os meninos do Brasil venceram nos pênaltis por 5x4...Medalha de bronze no Taekwondo! Maicon de Andrade vence o britânico Mahama Cho na categoria acima de 80kg...Com raça, meninos do voleibol batem Itália por 3 x 0 e conquistam mais uma medalha de ouro, no último compromisso do Time Brasil na Rio 2016

DESTAQUE DA SEMANA DO SHOW DO COMÉRCIO

DESTAQUE DA SEMANA DO SHOW DO COMÉRCIO

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domingo, 25 de setembro de 2016

UNIDADE RESGATE / PRIMEIRO DEBATE COMUNITÁRIO

As poderosas lentes do Campinarte captaram domingo (25/09) no Piscina Clube do PQD (Rua 17) em Nova Campinas o PRIMEIRO DEBATE COMUNITÁRIO.
A UNIDADE RESGATE se encarregou da produção e realização e contou com o apoio do Campinarte Dicas e Fatos.
Marcaram presença candidatos a vereador (CMDC) moradores de Nova Campinas e bairros vizinhos e vários temas foram alvo do debate: educação, saúde, esporte e lazer, etc. 
Um público razoável (a maioria de cabos eleitorais, familiares e parentes dos candidatos) participou do evento demonstrando bastante interesse no que os candidatos tinham como propostas para avaliar um pouco melhor a quantas anda o nível desses que se dizem muito preocupados com a população de Duque de Caxias.
Alguns são marinheiros de primeira viagem, outros já se aventuraram em campanhas anteriores sem sucesso nas urnas.
Se foram ou não convincentes (os candidatos) só ficaremos sabendo quando as urnas forem abertas, até lá só nos resta esperar.
O público que compareceu ao debate o fez na esperança de sair dali no mínimo com uma boa impressão dos candidatos e escolher aquele com o melhor desempenho para quem sabe, finalmente, poder se orgulhar de ver um filho da terra eleito vereador em Duque de Caxias.
O candidato Ademar Cem Terra, foi apontado por muitos como o grande destaque do debate, arrancando aplausos de toda assistência em diversos momentos, principalmente, pela coerência de suas colocações.
O melhor momento do debato foi aquele em que os candidatos responderam as perguntas dos maiores interessados no evento – o povo.
A organização sorteou três pessoas da assistência para fazer perguntas aos candidatos, veja abaixo como foi.
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No primeiro vídeo candidatos respondem sobre SOCORRO.
No segundo vídeo candidatos respondem sobre LAZER.
No terceiro vídeo candidatos respondem POR QUE MERECEM O SEU VOTO.

E quando o gato rouba a cama do cachorro?

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Homenagem ao Campinarte no Clube Amigos do Videokê em Nova Campinas

Sexta-feira (23/09), em Nova Campinas no Bar do Roberto, a turma dos “Amigos do Videokê” se reuniu para prestar uma bela homenagem ao vigésimo aniversário do Campinarte.

A organização preparou aquele tradicional churrasco, muita cerveja gelada e enquanto o pessoal soltava a voz, o Coelhinho do Campinarte se esbaldava tomando um delicioso feijão amigo. 
Além dos “Amigos do Videokê” do Bar do Roberto, marcaram presença vários companheiros, leitores e colaboradores do nosso informativo acompanhados de seus respectivos familiares.
O Campinarte agradece de coração o respeito e o carinho de todos em especial ao Roberto, presidente do Clube Amigos do Videokê por mais esse momento pra lá de especial, afinal de contas são 20 anos de Campinarte Dicas e Fatos, um informativo cada vez mais digno de todos vocês!

Forum Grita Baixada Lança Relatório de Violações de Direitos Humanos | RioOnWatch

No dia 15 de setembro na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o Forum Grita Baixada, Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu, e outras organizações da sociedade civil da Baixada Fluminense, na Grande Rio, lançaram o relatório “Um Brasil Dentro do Brasil Pede Socorro: Relatório-denúncia sobre o descaso estatal para com a vida humana na Baixada Fluminense e possíveis soluções urgentes”, destacando a terrível situação dos direitos humanos dentro da região de 13 municípios. O relatório tem seu título “Um Brasil Dentro do Brasil Pede Socorro” devido a imensa diversidade racial, étnica e regional–muitos nordestinos se estabeleceram na área no século XX, em seguida à abolição da escravidão–que existe dentro da Baixada Fluminense.
O relatório aponta que entretanto, ao invés de destacar a extraordinária riqueza cultural,histórica e natural da região, a mídia tem perpetuado por décadas uma imagem da Baixada Fluminense como um fim de mundo, inadequado e inseguro para aqueles dos bairros centrais e mais ricos do Rio. O jornalista Marcelo Auler, que moderou um painel de discussão durante o lançamento, atestou o papel que os tabloides desempenharam em vender a Baixada Fluminense através de imagens de sangue e sofrimento. “Em 1974 quando eu comecei a trabalhar no jornalismo, na rádio Globo, nós tínhamos correspondentes nas hospitais e na Baixada. E eu me lembro de um correspondente que ligava para a gente, e dizia assim: ‘amanhã vai aparecer um corpo e será um grande cartaz para o esquadrão da morte'”.
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A violência é de fato uma realidade na Baixada. Enquanto na cidade do Rio de Janeiro ocorrem 18,5 homicídios por 100.000 dos seus 6 milhões de habitantes, na Baixada, uma região de 4 milhões de habitantes, ocorrem 40 por 100.000. Contudo o relatório enfatiza que essaviolência, tanto nas ruas quanto a sancionada pelo estado, é em última análise o resultado de décadas de negligência dos governos do município e do Estado do Rio de Janeiro, somada a presença no passado de grupos de extermínio com afiliação com a polícia e a atual dominância de grupos de milícias. No lançamento, Douglas Almeida e Aparecida Pontes do Fórum Grita Baixada destacaram essa violência generalizada através da leitura de incidentes de assassinatos e massacres cometidos pela polícia em cada um dos 13 municípios da região. O Fórum em si foi formado após um desses atos de violência estatal, no qual a Polícia Militar matou 29 pessoas em Queimados e Nova Iguaçu.
No entanto, ao invés de focar apenas nessas estatísticas, o relatório dá ênfase às vozes de moradores da Baixada que sofreram abusos de direitos humanos, inclusive a tomada de uma escola local pela UPP e a compra de votos por políticos locais.
O lançamento também incluiu poemas de dois artistas locais, Coyote e Samuel, que falam sobre a estigmatização e o assassinato de pobres, negros e moradores de favela cometidos pela polícia, pouco investimento público nas favelas e na periferia e a criminalização da pobreza.
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O painel de debate foi moderada pelo professor João Carlos Dornelles, coordenador do Grupo de Trabalho de Direitos Humanos da PUC-Rio, Irmã Yolanda Florentino do Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu, o Defensor Público do Estado do Rio de Janeiro Dr. Antonio Carlos Oliveira, professor da UFF e membro do Fórum Grita Baixada Percival Tavares, e professor de sociologia da UFRRJ José Claudio Souza Alves. Todos falaram sobre os desafios enfrentados pela região e também sobre o trabalho incansável da sociedade civil em promover paz e direitos humanos na Baixada.
“A questão da legitimidade desse relatório é muito importante para nós”, afirmou o Defensor Público Oliveira. “Porque, geralmente, nós temos esse esteriótipo da Baixada Fluminense criado e aceito por essa sociedade de massa, a sociedade local, regional e até nacional e internacional. A Baixada Fluminense sempre foi tida como um local violento e todo mundo aceita isso. Eu nasci e fui criado na Baixada Fluminense, trabalho na Baixada Fluminense, e eu ouço isso–que a Baixada Fluminense é um local violento–desde que me entendo por gente. Então para a gente esse é o primeiro relatório de direitos humanos feito por instituições e pela sociedade civil organizada na Baixada Fluminense. Isso é muito importante, pois é um relatório que tem um conhecimento de causa muito grande, não só porque participam das aflições da população da Baixada Fluminense, mas também porque conhecem de dentro todas essas situações e estão dispostas a contribuir para essas soluções apontadas aqui no relatório”.
O relatório identifica a falta de uma política de segurança pública voltada para a comunidade–que “proteja a vida, em oposição à lógica da guerra contra o crime”–como a questão mais importante  enfrentada pelos moradores da Baixada. “Nós, moradores da Baixada, clamamos por um maior comprometimento por parte do governo”, está escrito na última parte do relatório. “Pedimos zelo por nossa qualidade de vida, não só por nossos (necessários e raros) momentos de lazer, mas, especialmente, pelas horas do dia em que passamos nos trajetos de ida e volta do trabalho”.
Faltando menos de duas semanas para as eleições municipais, essas esperanças acumuladas no relatório podem impulsionar os políticos a se referir aos problemas enfrentados pelos moradores, que incluem não apenas violência, mas saneamento básico precário, falta de trabalho local–o que força os moradores a irem para o Centro do Rio–e acesso a um sistema de saúde e educação de qualidade.
Todavia, a violência tem permeado o processo político na Baixada, com 13 candidatos que estavam concorrendo para posições no governo local assassinados, e com os grupos de milícias pressionando moradores a votar em certos candidatos. “Os detalhes [do relatório]”, explica o professor José Claudio Souza Alves, que tem extensivamente pesquisado sobre violência das milícias na região e que está concorrendo para prefeito de Duque de Caxias, “nos fala de vários tipos de operações a fim de controlar áreas e obter ganho nessas áreas, e finalmente obter o ganho mais notável por parte desses grupos que é a obtenção de poder politico. Isso é muito visível na Baixada como um todo”.

Policial candidato a prefeitura de Japeri sofre atentado e reage com tiros  - Notícias - R7 Rio de Janeiro

Um candidato à prefeitura de Japeri, na Baixada Fluminense, sofreu um atentado na madrugada desta sexta-feira (23). Por volta de 2h, um veículo fechou o carro de André Luiz Cristino, de 39 anos, que também é policial militar, de onde suspeitos desceram e atiraram contra o candidato, que trocou tiros com eles.
O candidato não ficou ferido porque o veículo em que estava é blindado. André Luis Cristino, conhecido como Andrezinho de Japeri (PRP), voltava de um compromisso de campanha quando o incidente ocorreu.
Andrezinho foi ainda na manhã de hoje à delegacia de Japeri (63ª DP) para abertura de inquérito. A Polícia Civil também informou que a perícia já foi realizada no veículo e que um procedimento policial foi instaurado para apurar as circunstâncias e autoria do atentado.
Baixada teve 14 mortes de pré-candidatos em um ano 
Desde o fim de 2015, houve 14 assassinatos de pré-candidatos na região da Baixada Fluminense, mas, de acordo com Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, apenas dois desses 14 casos de assassinatos de pessoas envolvidas em campanhas eleitorais na Baixada Fluminense teriam motivações políticas.
De acordo com o delegado Giniton Lages, as investigações apontam que não houve uma “caça a candidatos” na região da Baixada Fluminense.
— É preciso esclarecer que a polícia tem o objetivo de esclarecer se estamos diante de 13 casos com motivação política. Nós escolhemos começar o trabalho por Caxias. A ideia é desmitificar que os três mortos da cidade foram por motivos políticos. Como estamos em pleito eleitoral, é preciso esclarecer se estamos diante de uma caça a candidatos na baixada. E a resposta é não. Os três casos não tem motivação político partidário.

Casal é encontrado morto dentro de carro em Nova Campinas (Duque de Caxias)

– Testemunhas contaram que homem seria envolvido com o tráfico de drogas da região. Caso está sendo investigado pela DHBF –
Rio – Um casal foi morto, nesta quinta-feira, dentro de um carro, na Avenida A, no bairro Nova Campinas, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. De acordo cominformações da Polícia Militar, os agentes receberam a denúncia e, inicialmente, souberam que tinham uma mulher dentro do veículo. Mas, ao chegarem ao local, encontraram as duas vítimas.
Josué Teófilo Fernandes chegou a ser socorrido e encaminhado a um posto de saúde, mas não resistiu. A sua namorada, que não teve o nome identificado, morreu no local.Segundo a polícia, as testemunhas contaram que o homem seria envolvido com tráfico de drogas nas comunidades de Nova Campinas. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).
Casal é encontrado morto dentro de carro na Baixada Fluminense – AGÊNCIA BR

Leões brancos e tigres brancos nascem em zoológico

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Bar do Cirilo / 12 /Out - Dia das Crianças (Nova Campinas)

OLHA EU AQUI / Rosas Bistrô (Bar e Restaurante)

Título de Beleza da Baixada vai para moradora de Nilópolis | Folha de Nilópolis


A jovem nilopolitana Roberta Silva, 18 anos, recebeu o título de Beleza da Baixada, no último domingo, na final do Concurso Miss Baixada 2016.
Foto: Foto: Warlem Freire / Acervo Pessoal
Em disputa acirrada, Roberta, que representou Nilópolis, faturou o terceiro lugar no concurso vencido por Victoria Lessa, representante do município de Nova Iguaçu. 

Foto: Foto do Acervo Pessoal
A final do Miss Baixada Fluminense 2016, foi realizada na RioSampa, em Nova Iguaçu e reuniu as representantes dos 13 municípios da região, onde foram avaliadas nos quesitos beleza, desenvoltura, simpatia e o principal, orgulho de morar na Baixada Fluminense.


Roberta Silva, garantiu, que não irá parar por aí. Ela quer ir mais longe, e disputar o Miss Mundo, levando o nome do município a lugares mais altos. "Primeiramente eu só tenho a agradecer a Deus por esse ano de 2016 estar sendo um ano de conquistas na minha vida, segundo eu quero agradecer a minha família e em especial a minha mãe Maria Aparecida. e por último quero agradecer a todos que torceram e que torcem por mim. Estou muito feliz em ter recebido o título de mais bela da baixada fluminense".
Foto: Foto: HashTagModel / Acervo Pessoal

Irmãs formadas em contabilidade recebem prêmio de excelência na baixada fluminense :: Calculus Contabilidade

Pesquisas mostram que as mulheres são a maioria entre os novos empreendedores. Os números apontam a vantagem para o sexo feminino neste segmento: 52% do empresariado com menos de três anos e meio de atividade no segmento é formado por meninas. Assim como as irmãs, sócias, flamenguistas, moradoras da Baixada Fluminense e formadas em ciências contábeis pelo Centro Universitário Uniabeu, Paula Santana Gonçalves, 35 anos, e Thaís Santana Marcelino, 25 anos, que lideram a GMX Consultoria Contabilidade com sede, em Belford Roxo, e filial, em Nova Iguaçu.
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Coleção de prêmios das irmãs empreendedoras

Focada e determinada, Paula Santana conta que sempre planejou crescer profissionalmente no quintal de casa. Para isso, escolheu a preparação acadêmica na Uniabeu por considerar a instituição um diferencial no curso de ciências contábeis. Segundo ela, os profissionais não só lecionam como têm vivência na área e proporcionam a troca de experiência, o que é fundamental para o aluno.
“O projeto final que envolve montar uma empresa e movimentá-la por um período, envolvendo toda a parte fiscal, contábil, era algo que nenhuma instituição oferecia. Saí com noções práticas e conhecendo um software de gestão contábil, o que é imprescindível para entrar no mercado de trabalho”, avalia a ex-aluna e empreendedora.
A empresária da área contábil Gonçalves é tão segura da qualidade do ensino da Uniabeu que aconselhou a sua irmã Thaís Santana a optar pela Uniabeu, embora ela tivesse sido aprovada para a Uerj. “Acredito na metodologia praticada pela Uniabeu, e como profissional da área que atuo há mais de 15 anos, sei que o conteúdo programático e a grade de matérias atende todos os requisitos para formar um excelente profissional”, justifica.
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Thaís em atividade com colaboradoras na GMX

Thaís Marcelino disse que ficou orgulhosa com a aprovação para a universidade pública, mas que não se arrependeu de ter seguido o conselho da irmã. “Obter a aprovação na Uerj foi uma realização pessoal, mas a expectativa com a qualidade da graduação na Uniabeu foi totalmente correspondida. Meu DNA é Abeu. Fiz o ensino médio e o técnico em administração na instituição e me formei em ciências contábeis também aqui”, comenta a bela contadora.
Durante a entrevista, as irmãs empreendedoras fizeram questão de registrar os professores que consideram referências do curso. Entre eles, Carlos Augusto, Sineide, Bertolo, Fernando e Luciene Romanelli. “Fico recordando do tempo da graduação, dos inícios de períodos. Enquanto os colegas desejavam que o tempo passasse rápido, eu queria o contrário, porque sempre aprendia coisas novas com excelentes professores”, recorda Marcelino com fala serena e olhos de saudade.
Segundo o Sebrae e o Global Entrepreneurship Monitor (GEM), 66% das mulheres iniciam uma empresa após identificar uma oportunidade de mercado. Com Paula e Thaís não foi diferente. “Quando fiz minha monografia sobre o perfil do contador de Belford Roxo, concluí que a grande maioria cumpria basicamente a obrigação fiscal, ou seja, emitiam guias de impostos. Naquela época havia uma necessidade de algo mais como um serviço de assessoria e planejamento tributário”, explica Paula.
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Filial GMX de  Nova Iguaçu

Quando a Marcelino se formou, no final de 2012, as irmãs contadoras uniram os objetivos e fundaram, em maio de 2013, a GMX Consultoria Contabilidade, em Belford Roxo. A filial de Nova Iguaçu entrou em atividade em maio deste ano. Atualmente, a empresa tem uma carteira de 120 clientes, e nove funcionários estão com elas nas tarefas contábeis. “Nosso quadro de colaboradores é composto por uma contadora, uma profissional de gestão de recursos humanos, dois estagiários com formação ou estudando na Uniabeu”, disse com satisfação Marcelino.
Quanto ao envolvimento com o empreendedorismo, as irmãs consideram que, além de visualizar uma lacuna no mercado, outros fatores pontuaram esse caminho, entre eles o apoio e a base educacional dos pais e também a própria linha do destino. “Eu costumo dizer que o empreendedorismo me escolheu. Eu passei para a Eletrobrás em 13º lugar, porém não fui chamada, mas os amigos já me pediam para legalizar, fazer imposto de renda e, até mesmo, fazer todo o processo de contabilidade de microempresas. As coisas foram acontecendo”, frisa Gonçalves.
O compromisso com o trabalho bem feito e dentro da linha reta tornou as irmãs referências do segmento contábil na Baixada Fluminense e também ganhadoras de prêmios. No primeiro ano de atuação da empresa, o trabalho diferenciado de Paula e Thaís chamou a atenção dos empresários da região. “O resultado foi que recebemos o Prêmio Mulheres Empreendedoras, iniciativa do Sebrae, Prefeitura de Belford Roxo e Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belford Roxo (CDLBR)”, lembra emocionada Gonçalves.

A marca registrada de empenho, honestidade, trabalho e compromisso com cliente segue rendendo frutos. “Em 2015, ganhamos o prêmio Mérito Empresarial. É um prêmio de excelência em atendimento, também organizado pelo Sebrae, CDLBR e Sindicato Varejista de Nova Iguaçu (Sincovani)”, aumenta a lista Marcelino.
Mas não termina aí. Isso porque as irmãs são inquietas. Inteligentes e com vontade de fazer, elas, ainda, em 2015, iniciaram o processo de implementação da ISO 9001:2008, através do PEC (Programa de Excelência Contábil) promovido pelo Sebrae. “Por isso, nesse ano, ganhamos o selo Bronze, em março, e Selo Prata, em junho, e já fomos pré-auditadas pela ABNT para certificarmos a ISO”, comemora Gonçalves.
 
Reportagem: Fernando Fraga
Fotos: Rodolfo Walter e arquivo pessoal
Fonte: Uniabeu

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

G1 - Mortes na Baixada do RJ: veja quem são os 13 assassinados em 9 meses

Segundo o delegado Giniton Lages, da DHBF, só dois homicídios têm motivos políticos aparentes: o de Geraldo Cardoso, baleado dentro da Câmara Municipal, e o de Luciano DJ, ambos em Magé.
Na quinta-feira (9), a polícia revelou que as mortes de três pessoas em Duque de Caxias, crimes que serviram como estopim para a investigação, não tiveram relação com brigas políticas, e sim com conflitos entre envolvidos com uma milícia que furtava óleo de dutos da Petrobras no município.
A violência em Caxias provocou até a visita do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, que afirmou ter enviado ofício ao Ministério da Justiça solicitando que a Polícia Federal ficasse responsável pelas investigações.
Das três vítimas, Sérgio da Conceição Almeida, o Berém do Pilar, e Leandro da Silva Lopes, o Leandrinho, eram pré-candidatos ao cargo de vereador, respectivamente pelo PSL e pelo PSDB. Denivaldo Meireles, segundo depoimentos dados à polícia, pretendia se lançar candidato, mas não tinha partido definido até a data do crime.

"Esses casos são os mais simbólicos e os mais violentos. As investigações mostram que as vítimas retiravam óleo e combustível de dutos da Petrobras na região, com lucro muito alto", explicou o delegado responsável pelo caso, Giniton Lages, acrescentando que as mortes ocorreram por divergências dentro deste grupo paramilitar.
Conheça o perfil de cada uma das vítimas e saiba como está a investigação de cada um destes 13 casos.

Arte com mapa dos assassinatos com suspeita de relação eleitoral na Baixada Fluminense. (Foto: Editoria de Arte / G1)
G1 - Mortes na Baixada do RJ: veja quem são os 13 assassinados em 9 meses - notícias em Eleições 2016 no Rio de Janeiro

Músicos da Baixada Fluminense fazem show em evento da ONU no Rio - Rio 20

Dezessete músicos e bandas de Belford Roxo e outras cidades da Baixada Fluminense apresentam-se na quarta-feira (21) no Cine Odeon, centro do Rio de Janeiro, para o lançamento de um projeto-piloto que reunirá artistas das periferias de grandes metrópoles de países de língua portuguesa.
A iniciativa, lançada pelo Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+), pretende criar um modelo de trabalho colaborativo entre as Nações Unidas e músicos para ser replicado na África subsaariana e na América Latina.
Os músicos trabalharão em parceria com o Centro RIO+ na estruturação de uma rede mundial de artistas para a produção de conteúdo musical inédito com o objetivo de divulgar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável entre os jovens.
O Grupo Aberto de Músicos das Periferias para o Desenvolvimento Sustentável incorporará, já nos próximos meses, participantes do Jardim Ângela, em São Paulo, e de Maputo, Moçambique.
Para o diretor do Centro RIO+, Romulo Paes de Sousa, “o sucesso dos esforços dos países para a implementação dos 17 ODS até a data limite de 2030 exigirá a formação de amplas coalizões e a mobilização de todos os setores da sociedade”.
Na opinião da vice-diretora do Centro RIO+, Layla Saad, o projeto em Belford Roxo é “uma iniciativa estruturante que posiciona o cidadão como um agente de transformação, fomentando o desenvolvimento de uma cidadania mais ativa e mais conectada com a agenda global para a sustentabilidade”.
O projeto do Centro RIO+ pretende desenvolver uma cidadania ativa e antenada na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, envolvendo a produção de conteúdo musical para traduzir os 17 ODS em mensagens acessíveis ao grande público, principalmente jovem, que representa o maior potencial de mobilização devido ao extensivo uso das novas tecnologias e mídias sociais.
Além de criar mecanismos para produzir conteúdo musical de grande alcance sobre os ODS, o projeto fomentará parcerias entre músicos das periferias das cidades dos países lusófonos, entre elas Rio, São Paulo, Luanda, Maputo, Praia, Díli, São Tomé, além de Lisboa e Porto.
No evento desta quarta-feira, os músicos da Baixada apresentarão algumas das primeiras músicas produzidas para aumentar a visibilidade dos 17 ODS. O show ocorre durante o lançamento mundial do documentário “CenaRIO: Sustentabilidade em Ação”. As canções farão parte de um CD a ser lançado em 2016 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com distribuição para 166 países.
O projeto do Centro RIO+ tem a participação voluntária de músicos e outros agentes culturais, além da colaboração do Centro Cultural Donana, principal espaço de referência em música e arte de Belford Roxo.

Serviço

Cine Odeon
Praça Floriano, 7 – Centro – Rio de Janeiro
Horário: 18h00 às 20h00

http://blogoosfero.cc/rio-20/noticias-da-onu/musicos-da-baixada-fluminense-fazem-show-em-evento-da-onu-no-rio

Nova Campinas / Segundo Encontro de Graffiti - (UNIDADE RESGATE) - Veja algumas imagens

Veja algumas imagens enviadas pela organização do 2º Encontro de Graffiti 

[Unidade Resgate], evento realizado em Nova Campinas (área 4) 

Duque de Caxias - 17/09/2016.
Abaixo mais imagens

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Onde eu moro? Não digo! / Huayrãn Ribeiro

Moro num município que ao contrário dos demais municípios do Brasil a população não reclama de absolutamente nada.
Se nos demais municípios do Brasil a população está descontente com a saúde, educação e com os altos índices de desemprego, no município onde moro não se ouve um “ai” contra situações como essas. Por quê? Porque no município onde eu moro a saúde é para todos, assim como a educação e não existe gente desempregada, caso contrário a população estaria reclamando como nos demais municípios do Brasil, certo?
Outros exemplos: se nos demais municípios do Brasil aonde a violência chegou às raias da barbárie, a situação está sem controle, as autoridades policiais não sabem mais o que fazer a narco-ditadura impondo suas leis condenando pessoas de bem - trabalhadores, jovens, crianças -, a viverem encarcerados em suas próprias casas, no município onde moro, ao contrário, baseado nos “números oficiais”, não tem violência, a polícia é muito bem vista pela população e no que diz respeito a usuários de drogas, no máximo que encontramos (mesmo assim é muito raro) é um sujeito ou outro tomando uma cachacinha no boteco da esquina, nada, além disso.
E mais: vocês não acham que se no município onde eu moro faltasse água como falta nos demais municípios do Brasil, a população já não teria se revoltado? É claro que sim! E por que a população não se revolta? Porque no município onde eu moro não temos esse “negócio” de falta d’água.
Em quase todos os municípios do Brasil a população reclama da classe política, não é verdade? E por que será que ninguém fala mal dos políticos do município onde eu moro?
Em quase todos os municípios do Brasil temos notícias de desvio de verba da saúde, educação, etc., isso tudo promovido pela classe política, não é mesmo? Quando que alguém leu algo parecido envolvendo a classe política do município onde eu moro? Nunca! Caso contrário a população já teria se revoltado como nos demais municípios do Brasil, ou estou dizendo bobagens?
Nos demais municípios do Brasil chegam até queimar ônibus em violentos protestos contra o transporte público. Reclamam das altas tarifas, das péssimas condições dos coletivos, os rodoviários fazem greve por melhores salários, isso vem acontecendo há muito tempo.
No município onde eu moro, se a população até agora não se manifestou é porque está pra lá de satisfeita com os serviços prestados pelas empresas de ônibus, táxis, vans, trens, etc., certo?
Você quer saber o nome do município onde eu moro?

NÃO DIGO!

Salvação comunitária só através da arte e da cultura

Entidades comunitárias pecam ao negligenciar a arte e a cultura como elemento básico para o avanço e evolução de suas comunidades.
A promoção de ações culturais seria de grande ajuda na mobilização, além de ser o melhor e mais eficiente mecanismo para a difusão de projetos e programas relacionados aos deveres e direitos comunitários.

Informação via arte e cultura se utilizando da literatura, música, teatro, artes plásticas, artesanato, etc., tende num curto espaço de tempo, fazer com que as comunidades olhem para a realidade que as cercam com mais consciência. E é justamente essa consciência que levará a uma reflexão mais aprofundada e fazer com que essas mesmas comunidades passem a identificar as verdadeiras causas (ou causadores) de suas mazelas.
Ações de arte e cultura promovidas e dirigidas por agentes comunitários – sem a interferência do agente governamental – é o que fatalmente conduzirá nossas comunidades a um universo de luz, alicerçado na seriedade, conhecimento de causa e principalmente, honestidade.
Muitas entidades comunitárias desgraçadamente caíram nas mãos do tráfico de drogas e/ou milicianos, mas uma coisa tão ruim ou pior do que essas já citadas são as entidades comunitárias cujos presidentes ou só estão à frente dessas entidades para pavimentar suas próprias candidaturas ou estão à frente dessas entidades comunitárias para apoiar alguma outra candidatura em troca de uma boquinha qualquer.
O dirigente comunitário que usa uma associação de moradores para se promover, negligenciando a arte e a cultura em detrimento dessa autopromoção contribuindo para que a sua própria comunidade morra afogada no mar da ignorância, sonegando-lhes informações vitais para a sua sobrevivência, pode ser, sim, considerado pior que o traficante, pior que o miliciano, pior que qualquer agente governamental, seja municipal, estadual ou federal.
E esse tipo de “Judas” é mais fácil de ser achado do que você imagina, esse tipo de criminoso, travestido de líder comunitário, é mais fácil de ser achado do que você imagina, basta olhar a sua volta.
(Huayrãn Ribeiro)

Fica uma pergunta: Onde é que nós vamos parar?

É muito difícil viver num lugar onde somos obrigados a conviver com todo tipo de baixaria, anti-cultura, ilhados pela mediocridade e o mau gosto promovidos ou pelo descaso e/ou pela negligência do Estado ou pior ainda: pelas ditas lideranças comunitárias coniventes com a imoralidade e promiscuidade pelas esquinas de nossos bairros aliciando nossos jovens a prostituição e ao uso de drogas.
Aos poucos as pessoas de bem vão sendo subjulgadas e se quiserem sobreviver terão que aceitar passivamente “viver” encarceradas em suas próprias residências.
Ir e vir (direito “assegurado” pela constituição) é coisa do passado. A sociedade está a mercê da escória da ralé da gentalha. O Estado disponibiliza contra a população todas as desgraças possíveis e imagináveis e até as inimagináveis. Coloca contra a população a polícia, a milícia, o tráfico de drogas, ONGs, fundações, associações, uma penca de igrejas, os tais conselhos comunitários, em suma, entidades (a maioria) com seus projetos de fachada que recebem do Estado para não realizar aquilo que seria de obrigação do próprio Estado. E como se não bastasse, quando a coisa aperta pra valer, manda pra cima do povão as forças armadas.
Quero destacar (especialmente) o papel da grande mídia, muito bem remunerada e responsável pela desinformação com suas propagandas enganosas.
Resumo:
Se as escolas não instruem...
Se as religiões, (des) doutrinam...
Se a imprensa desinforma...
Se as famílias deseducam...
Se quem deveria prender o ladrão está roubando...
Se quem deveria salvar vidas está matando...
Se o errado é que está certo, e o certo está errado...
Fica uma pergunta:

Onde é que nós vamos parar?

O mal em nossas comunidades e a vaidade das falsas “lideranças”!

Um dos maiores entraves para o avanço e evolução em nossas comunidades é sem sombra de dúvida a vaidade.

Existem outros fatores, mas a vaidade é a rainha do atraso em nossos bairros.
Só porque o sujeito edita um jornal (de bairro) acha que está salvando a humanidade. 
Por melhor que seja o seu trabalho, por mais sério e honesto que seja o tal editor, a partir do momento, que por pura vaidade, ele passa acreditar que está salvando a humanidade, exigindo reconhecimento dos demais segmentos, cobrando privilégios e se achando a única inteligência, acreditem, isso é pra lá de triste.
Agora imagine essa mesma situação em todos os setores comunitários! 
Cada um agindo com esse mesmo pensamento, cada qual se isolando cada vez mais uns dos outros numa guerra sem fim de vaidades e mais vaidades, imaginou?
Pois é exatamente isso que está acontecendo agora.
Cada responsável por cada setor dentro de nossas comunidades pelo simples fato de achar que está salvando o planeta se acha também no direito de se lançar candidato a vereador, deputado, etc., e cobra de suas comunidades que o apoiem porque na cabeça desses (e só na cabeça desses) são merecedores de um voto de confiança para ingressar na política.
Quando pedem voto deixam bem claro que aquele eleitor, por causa dos serviços prestados, tem para com ele (o falso líder comunitário) uma dívida, e o voto é no mínimo um ato de gratidão. Na verdade uma obrigação!

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