INFORMAÇÃO E ANÁLISE DAS REALIDADES E ASPIRAÇÕES COMUNITÁRIAS

Notícias da CMDC

Duque de Caxias, na Baixada Fluminense - Google Notícias

Translate

A VOZ DO CAMPINARTE

O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

domingo, 28 de maio de 2017

Projeto Samurai Judô

Exibindo IMG-20170527-WA0012.jpg
Projeto Samurai Judô: A Equipe “Samurai” foi criada em 2016, em um projeto social no clube ‘Caixa D’água'. Desde então já participou de 4 competições e em todas com muitas medalhas. O mestre da equipe “Samurai” professor Mario Cezar, vem desenvolvendo um ótimo trabalho ... Mas ainda falta muito para essa galera realizar um sonho, que é participar do Brasileiro de Judô em São Jose de Ubá-RJ. Se era difícil em um pais olímpico, imagina agora que não teremos olimpíadas. Mas essa galera é guerreira e vai chegar ao seu sonho. Ketellen Kelly: Medalha Ouro/Sub 12 Centro de treinamento (Casarão, Parque Equitativa- N:730 ) “Projeto Aqui tem esporte”, Professor faixa preta de judô: Mario Cezar/Coordenador: Emiliano Fragoso Segue nome dos classificados para o brasileiro de judô / Resultado da etapa em “Mato Alto” Alessandro Pereira: Medalha Prata/Sub 13 Emely Garcês: Medalha Prata: Sub 18 Matheus Guimarães: Medalha Prata/Sub 18 Luiz Felipe: Medalha Bronze/Sub 18 Júlio César: Medalha Prata/Sub 13 Mariana Braz: Medalha Bronze/Sub 12 Daniel Henrique: Medalha Bronze/Sub 13 Bruno Augusto: Medalha Bronze/Sub 15 Keven de Souza: Medalha Bronze/Sub 13 Alexsander Carvalho: Medalha Bronze/Sub 18 Yasmim Vitória: Medalha Ouro/Sub 13 Erick Henrique: Medalha Bronze/Sub12 Matheus Lima: Medalha Bronze/Sub 15 Rickelme Herique: Medalha Prata/Sub 13 Nicole Marinho: Medalha Bronze/Sub 13 Riyshard Gabriel: Medalha Bronze/Sub 13 Diogo Roberto: Medalha Ouro/Sub 13 Gabriel Ribeiro: Medalha Bronze/Sub 15 Marcos Monteiro: Medalha Bronze/Sub 18 Vitor Hugo: Medalha Prata/Sub 15 Moisés Cavalcante: Medalha Prata/Sub 18 Indo para a eliminatória: Ketellen Kelly destaque em todas competições que disputou, tem um grande futuro pela frente. Fotos da nossa destaque e equipe.

sábado, 27 de maio de 2017

(Nova Campinas) - O TERÇO DOS HOMENS DA COMUNIDADE JESUS BOM PASTOR / 4º Aniversário

SÁBADO (27/05/2017), ACONTECEU NA COMUNIDADE JESUS
 BOM PASTOR EM NOVA CAMPINAS, A COMEMORAÇÃO 
DO 4º ANIVERSÁRIO DO TERÇO DOS HOMENS, 
COM A SEGUINTE PROGRAMAÇÃO:
DAS 14:00 H ÀS 14:50 H - PALESTRA SOBRE A VIRGEM MARIA COM O MISSIONÁRIO PAULO;
DAS 15:00 ÀS 15:50 H - ORAÇÃO DO SANTO TERÇO MARIANO;
DAS 16:10 H ÀS 17:30 H - CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA (Frei Fernando);
ÀS 18:00 H - COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA;



ÀS 18:30 H - ENCERRAMENTO COM A CONFRATERNIZAÇÃO COM TODOS OS PRESENTES.


As seis aparições de Fátima
♦ Fátima é, sem dúvida, a mais profética das aparições modernas!
As aparições de Nossa Senhora, em Fátima são consideradas como sendo a mais profética aparição dos últimos tempos!
N Sra de Fatima_1Com efeito, Fátima marcou o século XX e tem demonstrado ser a grande esperança do terceiro milênio. As profecias de Nossa Senhora de Fátima anunciaram grandes castigos mas, também, grandes meios de salvação. É para estes candentes e atuais acontecimentos que voltaremos nossa atenção.

♦ Deus faz preceder suas grandes intervenções na história por numerosos e variados sinais.
Com freqüência, serve-se Ele de homens de virtude insigne para transmitir aos povos suas advertências, ou predizer acontecimentos futuros.
Desse modo procedeu o Padre Eterno em relação ao advento do Messias, seu Filho Unigênito. A magnitude de tal fato, em torno do qual gira a história dos homens, exigia uma longa e cuidadosa preparação. Assim foi ele prenunciado durante muitos séculos pelos Profetas do Antigo Testamento, de tal forma que, por ocasião do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, tudo estava maduro para sua vinda ao mundo. Até entre os pagãos, muitos esperavam algo que desse solução à crise moral na qual os homens de então estavam imersos.
Quase se poderia afirmar com segurança que, quanto mais importante o acontecimento previsto, tanto maior a grandeza dos sinais que o precedem, a autoridade dos que o anunciam, e o tempo de espera.
É fácil, à luz desta regra, avaliar a importância das previsões de Fátima, pois quem no-las anuncia não é um Anjo, nem um grande santo, mas a própria Mãe de Deus.
Já na época das aparições de Fátima, nos primeiros anos deste nosso século, os acontecimentos mundiais faziam entrever o que seria a triste história contemporânea. De um lado, um progresso material quase ilimitado, a par de uma decadência de costumes como nunca antes se vira. De outro lado, guerras e convulsões sociais de proporções terríveis. A Primeira Guerra Mundial foi um exemplo dessa realidade, largamente superada pela Segunda Guerra Mundial e por tudo quanto se lhe seguiu.
Como Mãe solícita e afetuosa, quis Maria Santíssima, evitar todos esses males a seus filhos. Por isso, desceu do Céu a fim de alertar a humanidade para os riscos que corria se continuasse nas vias tortuosas do pecado. Veio, ao mesmo tempo, indicar os meios de salvação: a recitação do Rosário, a prática dos Cinco Primeiros Sábados, a devoção ao Imaculado Coração de Maria.

♦ As aparições da própria Mãe de Deus
13 de maio de 1917. Lúcia de Jesus, 10 anos, Francisco Marto, 9 anos e Jacinta Marto, 7 anos, após a Missa na igreja de Aljustrel, lugarejo de Fátima, foram pastorear o rebanho de ovelhas nas terras do pai de Lúcia, na Cova da Iria.pastorinhos de Fatima
Após um como que clarão de relâmpago, num céu luminoso e sereno, sobre uma carrasqueira de metro e pouco de altura apareceu-lhes a Mãe de Deus.
Segundo as descrições da Irmã Lúcia, era “uma Senhora vestida toda de branco, mais brilhante que o sol, espargindo luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente”. Seu semblante era de uma inenarrável beleza, nem triste, nem alegre, mas sério, talvez com uma suave expressão de ligeira censura. Como descrever em pormenores seus traços? De que cor os olhos, os cabelos dessa figura celestial? Lúcia nunca o soube dizer ao certo!
O vestido, mais alvo que a própria neve, parecia tecido de luz. Tinha as mangas relativamente estreitas e era fechado no pescoço, descendo até os pés, os quais, envolvidos por uma tênue nuvem, mal eram vistos roçando as franças da azinheira. Um manto lhe cobria a cabeça, também branco e orlado de ouro, do mesmo comprimento que o vestido, envolvendo-lhe quase todo o corpo. “As mãos, trazia-as juntas em oração, apoiadas no peito, e da direita pendia um lindo rosário de contas brilhantes como pérolas, terminando por uma cruzinha de vivíssima luz prateada. [Como] único adereço, um fino colar de ouro-luz, pendente sobre o peito, e rematado, quase à cintura, por uma pequena esfera do mesmo metal”
Nesta primeira aparição, Nossa Senhora pede aos 3 pastorinhos que venham seis meses seguidos, no dia 13, à mesma hora. E diz que ainda viria uma sétima vez.
“Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de suplica pela conversão dos pecadores?
À resposta afirmativa das crianças, Ela acrescentou: “Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto”.
Foi ao pronunciar estas últimas palavras (‘a graça de Deus…’, etc.), que abriu pela primeira vez as mãos, comunicando-nos uma luz tão intensa, como que reflexo que delas expedia, que nos penetrava no peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente do que nos vemos no melhor dos espelhos. Então, por um impulso ín¬timo, também comunicado, caímos de joelhos e repetíamos intimamente: ‘Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento’.
Passados os primeiros momentos, Nossa Senhora acrescentou: ‘Rezem o Terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra’.
E Nossa Senhora se elevou serenamente, subindo em direção ao nascente, até desaparecer no Céu.
A celeste Mensageira havia produzido nas crianças uma deliciosa impressão de paz e de alegria radiante, de leveza e liberdade. Parecia-lhes que poderiam voar como os pássaros. De tempos em tempos, o silêncio em que tinham caído era cortado por esta jubilosa exclamação de Jacinta:
– Ai! que Senhora tão bonita! Ai! que Senhora tão bonita!
Nas aparições, a Virgem Santíssima falou apenas com Lúcia, Jacinta só ouvia o que Ela dizia e Francisco não A ouvia mas apenas via.

♦ A segunda aparição: 13 de junho
Já com a presença de 50 pessoas na Cova da Iria, os 3 pastorinhos viram de novo o reflexo da luz (a que chamavam relâmpago) que se aproximou da N Sra de Fatima_4carrasqueira. Nossa Senhora queria que voltassem no próximo dia 13, que rezassem o Terço todos os dias e aprendessem a ler.
Lúcia pede para que Ela os leve para o Céu. “Sim, à Jacinta e ao Francisco levo-os em breve. Mas tu ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o seu trono”.
A Virgem anima Lúcia, dizendo que nunca a deixará. “O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus.”
De novo, abriu as mãos e lhes comunicou o reflexo de intensa luz, como que submergindo-os em Deus. E na palma da mão direita de Maria estava um Coração cercado de espinhos que pareciam estar nele cravados. Era o Imaculado Coração de Maria ultrajado pelos pecados da humanidade, querendo reparação! Aos poucos essa visão se esvaeceu diante das vistas enlevadas dos três pastorinhos.
E Nossa Senhora, resplandescente de luz, subiu suavemente para o leste, até desaparecer.

♦ Terceira aparição: 13 de julho
Lúcia, até a tarde do dia anterior, estava resolvida a não comparecer à Cova da Iria. Mas, ao se aproximar a hora, numa sexta-feira, sentiu-se impelida por uma força estranha, à qual não lhe era fácil resistir. Foi ter com os primos, aos quais encontrou no quarto, de joelhos, chorando e rezando pois não queriam ir sem Lúcia. As três crianças, então, se puseram a caminho.
Chegando ao local da aparições, surpreenderam-se com mais de 2 mil pessoas aguardando o extraordinário acontecimento. O pai de Francisco e Jacinta, Sr. Marto, narrou ter visto uma nuvenzinha acinzentada pairar sobre a azinheira, enquanto o sol se turvava e fresca aragem soprava…
“Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem; que continuem a rezar o Terço todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer”.
E Lúcia revela que Nossa Senhora pediu para eles se sacrificarem pelos pecadores e dizerem muitas vezes, em especial sempre que fizerem algum sacrifício:
“Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”.
Maria Santíssima revela, então, aos 3 pastorinhos a primeira parte do segredo de Fátima: a visão do inferno; a segunda parte do segredo: o anúncio do Castigo e dos meios para evitá-lo. A tN Sra de Fatima_3erceira parte do segredo permaneceu desconhecida até 26 de junho de 2000. Nesta data, foi ela di¬vulgada por determinação de S.S. o Papa João Paulo II. (Ver o link “Segredo de Fátima”).
Nossa Senhora, então, elevou-se em direção ao nascente, até desaparecer no firmamento. O final da aparição, segundo Sr. Marto, foi indicado por uma espécie de trovão.

♦ Quarta aparição: 15 de agosto
Às vésperas da data, os 3 pastorinhos foram seqüestrados e mantidos por 3 dias sob vigilância pelo Administrador de Ourém, que lhes desejava arrancar os segredos a eles confiados. Assim, não puderam comparecer à Cova da Iria, no dia 13 de agosto. Alguns dos presentes, no local, testemunharam ter ocorrido o trovão, o relâmpago e o surgimento da pequena nuvem, leve, branca e bonita, pairando sobre a azinheira. E que, depois, subiu e desapareceu no céu.
Libertos e estando, em 15 de agosto, a pastorear em Valinhos, Lúcia e Jacinto sentiram algo sobrenatural que os envolvia… E mandaram que João, irmão de Jacinta, fosse chamá-la. Lúcia e Francisco viram o reflexo da luz como um relâmpago e, chegada a Jacinta, logo, Nossa Senhora apareceu sobre a carrasqueira. Ela queria que viessem no próximo dia 13 e que rezassem o Terço todos os dias.
“No último mês farei o milagre para que todos acreditem.” prometeu a Virgem.
Mandou que fossem feitos dois andores para a festa de Nossa Senhora do Rosário com o dinheiro deixado pelo povo na Cova da Iria. O restante seria usado para ajudar na capela que mandariam fazer. E, tomando um aspecto mais triste, acrescentou:
MAOS DE NOSSA SENHORA COM O TERÇO“Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o Inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.
E Nossa Senhora se retira em direção ao nascente, como das outras vezes.
Durante longos minutos os pastorinhos permaneceram em estado de êxtase. Sentiam-se invadidos por uma alegria inigualável, após tantos sofrimentos e temores.

Quinta aparição: 13 de setembro
Nesse dia, 15 a 20 mil pessoas, e talvez mais, acorreram à Cova da Iria. Todos queriam ver, falar e fazer pedidos às crianças para que apresentassem à Virgem. Junto à carrasqueira, começaram a rezar o Terço com o povo, até que num reflexo de luz Nossa Senhora apareceu sobre a azinheira.
“Continuem a rezar o Terço para alcançarem o fim da guerra. Em outubro virá também Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, São José com o Menino Jesus, para abençoarem o mundo. Deus está contente com os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda [cilício], trazei-a só durante o dia”.
Segundo o testemunho de alguns espectadores, por ocasião dessa visita de Nossa Senhora, como das outras vezes, ocorreram diversos fenômenos atmosféricos. Observaram “à distância aparente de um metro do sol, um globo luminoso, que em breve começou a descer em direção ao poente e, da linha do horizonte, voltou a subir de novo em direção ao sol”. Além disso, a atmosfera tomou uma cor amarelada, verificando-se uma diminuição da luz solar, tão grande que permitia ver a lua e as estrelas; uma nuvenzinha branca, visível até o extremo da Cova, envolvia a azinheira e com ela os videntes. Do céu choviam como que pétalas de rosas ou flocos de neve, que se desfaziam pouco acima das cabeças dos peregrinos, sem deixar-se tocar ou colher por ninguém”.
Ainda que breve, a aparição de Nossa Senhora deixou os pequenos videntes felicíssimos, consolados e fortalecidos em sua fé. Francisco, de modo especial, sentia-se transportado de alegria com a perspectiva de ver, dali a um mês, Nosso Senhor Jesus Cristo, conforme lhes prometera a Rainha do Céu e da Terra.

♦ Sexta e última aparição: 13 de outubro de 1917
Já era o outono. Uma chuva persistente e forte transformara a Cova da Iria num lamaçal e encharcava a multidão de 50 a 70 mil peregrinos, vindos de todos os cantos de Portugal. Assim que chegaram os videntes, Lúcia pediu que fechassem os guarda-chuvas para rezarem o Terço. E, pouco depois, houve o reflexo de luz e Nossa Senhora apareceu sobre a carrasqueira.
milagre-do-sol1
“Quero dizer-te que façam aqui uma capela em minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o Terço todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltarão em breve para suas casas.”
Ao pedido de cura para uns doentes e conversão para alguns pecadores, Nossa Senhora respondeu:
Uns sim, outros não. É preciso que se emendem, que peçam perdão dos seus pecados”.
E tomando um aspecto triste, Ela acrescentou:
“Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor que já está muito ofendido”.
E, abrindo as mãos, fê-las refletir no sol, e enquanto Se elevava, continuava o reflexo da sua própria luz a projetar-se no sol
Visões de cenas simbolizando os Mistérios gozosos, dolorosos e gloriosos do Rosário
Chovera durante toda a aparição. Lúcia, no término de seu colóquio com Nossa Senhora, gritara para o povo: “Olhem para o sol!” Rasgam-se as nuvens, e o sol aparece como um imenso disco de prata. Apesar de seu intenso brilho, pode ser olhado diretamente sem ferir a vista. As pessoas o contemplam absortas quando, de súbito, o astro se põe a “bailar”. Gira rapidamente como uma gigantesca roda de fogo. Pára de repente, para dentro em pouco recomeçar o giro sobre si mesmo numa espantosa velocidade. Finalmente, num turbilhão vertiginoso, seus bordos adquirem uma cor escarlate, espargindo chamas vermelhas em todas as direções. Esses fachos refletem-se no solo, nas árvores, nos arbustos, nas faces voltadas para o céu, reluzindo com todas as cores do arco-íris. O disco de fogo rodopia loucamente três vezes, com cores cada vez mais intensas, treme espantosamente e, descrevendo um ziguezague descomunal, precipita-se em direção à multidão aterrorizada. Um único e imenso grito escapa de todas as bocas. Todos caem de joelhos na lama e pensam que vão ser consumidos pelo fogo. Muitos rezam em voz alta o ato de contrição. Pouco a pouco, o sol começa a se elevar traçando o mesmo ziguezague, até o ponto do horizonte de onde havia descido. Torna-se então impossível fitá-lo. É novamente o sol normal de todos os dias.
O ciclo das visões de Fátima estava encerrado.VIRGEM MARIA
Os prodígios haviam durado cerca de 10 minutos. Todos se entreolhavam perturbados. Depois, a alegria explodiu: “O milagre! As crianças tinham razão!” Os gritos de entusiasmo ecoavam pelas colinas adjacentes, e muitos notavam que sua roupa, encharcada alguns minutos antes, estava completamente seca.
O milagre do sol pôde ser observado a uma distância de até 40 quilômetros do local das aparições.
♦ A promessa da sétima vinda de Nossa Senhora
Em sua primeira aparição, a Santíssima Virgem pediu aos 3 pastorinhos que viessem à Cova da Iria seis meses seguidos. E acrescentou: “Depois voltarei ainda aqui uma sétima vez”.
Seguiram-se as seis aparições, segundo o relato da Irmã Lúcia, pairando o mistério sobre a sétima aparição…
Estará, esta, ligada à promessa do triunfo de Seu Imaculado Coração? Esse triunfo, sem dúvida, configura uma suprema e altíssima esperança para os dias de hoje! Fátima, queiramos ou não, tornou-se com a promessa “Por fim meu Imaculado Coração triunfará” o ponto de referência essencial, indispensável, para nossa vida e para o mundo contemporâneo.
Fátima, inegavelmente, é a aurora do terceiro milênio!

Eleição é farsa – e qualquer um que a defenda pode ser considerado no mínimo mal-intencionado!

Esse sistema eleitoral está falido e qualquer um que o defenda pode ser considerado no mínimo mal-intencionado.
Qualquer um que venha com aquele velho discurso de que “o povo precisa aprender a escolher seus candidatos” pode ser considerado no mínimo mal-intencionado.
Esse sistema político está falido e bota tempo nisso, portanto, qualquer um que o defenda pode ser considerado no mínimo mal-intencionado.
As urnas eletrônicas não são confiáveis, qualquer um que as defenda pode ser considerado no mínimo mal-intencionado.
No atual sistema o voto só serve para o eleito, quando que para o eleitor vem tudo na base do conta-gotas (quando vem) e qualquer um que o defenda pode ser considerado no mínimo mal-intencionado.
Todo aquele que vive criticando o atual sistema e continua votando, apoiando candidaturas ou até mesmo se candidatando, pode, sim, ser considerado, no mínimo, mal-intencionado!

Se não é boa a atual situação na educação, saúde, economia, segurança, etc., precisamos entender que tudo isso são os efeitos de uma crise moral e qualquer um que negue tal fato pode, sim, ser considerado no mínimo, mal-intencionado! 

quinta-feira, 25 de maio de 2017

terça-feira, 23 de maio de 2017

10 vezes em que a força das formigas nos surpreendeu

Já pensou em fazer yoga com cabras?

Associação do Movimento de Compositores da Baixada Fluminense

A Associação do Movimento de Compositores da Baixada Fluminense, é uma entidade sem fins lucrativos, criada e legalizada em fins de 1991, localizada em São João de Meriti - Baixada Fluminense - RJ
O resgate da cidadania, a partir de nossa cultura,
é o objetivo central dos projetos que desenvolvemos em nossa Associação.
Nossa Escola de Música funciona de 2ª à 6ª feira das 08:30 às 17:30
Temos o estudo de violão de 7 cordas / violão de 6 / bandolim / cavaquinho / clarineta / flauta doce / flauta transversa / percussões e teoria musical


JUNTE-SE A NÓS NESTE PROJETO. COMO?
.Faça parte dos "Amigos da AMC", contribuindo mensalmente
Banco Itaú - Ag. 0706 c/c 40578-4 - CNPJ 36.534.956/0001-10

Faça sua doação, também, através do PayPal ou Cartão de Crédito
Depósito Internacional: Código IBAN: BR 37 6070 1190 0070 6000 0405 784C 1
Conhece algum espaço onde os grupos possam se apresentar ?

Esta é nossa maneira de combater a violência!
Esta é nossa maneira de construir a paz!    

Olha eu aqui / Energia Solar - AlleSolar



 

Final de semana violento na Baixada Fluminense com cinco morto

Leão-marinho causa pânico após puxar menina para dentro da água no Canadá

segunda-feira, 22 de maio de 2017

domingo, 21 de maio de 2017

(Capoeira) 36º Aniversário do Grupo Raimundo Filho / Veja as imagens do evento realizado na Associação de Moradores de Nova Campinas

Veja as imagens do evento realizado na Associação de Moradores de Nova Campinas
Promoção e troca de cordéis e classificação de Mestres, batizado e promoção 
de alunos, homenagem aos mestres mais antigos do Grupo Raimundo Filho
Serginho recebeu a classificação de Mestre em 3º Grau video

Clique nas imagens abaixo enviadas pelo contramestre George
 




Cabra com um olho só nasce na Índia

Transfobia Mata

Jornada reduzida para idosos

sábado, 20 de maio de 2017

sexta-feira, 19 de maio de 2017

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Carlinhos Linhares lança seu segundo livro - Flores do Meu Caminho II

Compositor popular, poeta, operário, nascido em Vigário Geral (Rua Gregório de Matos, 423 / 429), em 28 / 07 / 1946.
Compositor em blocos carnavalescos e escolas de samba até o Carnaval de 1988.
Convertido ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo em 13 / 11 / 1988, aos 42 anos de idade.
Carlinhos Linhares apresenta a sua obra literária: FLORES DO MEU CAMINHO (poesias) e FLORES DO MEU CAMINHO II (trovas, frases e pensamentos).
  

CONTATO / Telefones - VIVO / 97535-0798 - CLARO / 97670-2880  

Propostas buscam dar transparência às tarifas de transporte coletivo

terça-feira, 16 de maio de 2017

Provas de que cachorros e gatos são muito BFFs

5 anos da Lei de Acesso à Informação - transparência e agilidade no acesso dos cidadãos a informações

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Essas são as situações previstas pela CLT para a rescisão do contrato de trabalho. Conheça a lei

domingo, 14 de maio de 2017

8 fatos sobre pensão alimentícia

sábado, 13 de maio de 2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

MADAME RIVAIL / Esposa de Allan Kardec (Biografia)

AMÉLIE-GABRIELLE BOUDET
MADAME RIVAIL
 
Madame Rivail nasceu em Thiais, Val-de-Marne, França, dia 02 de novembro de 1795.
Desde cedo revelou grande vivacidade e forte interesse pelos estudos. Fez a Escola Norma em Paris, diplomando-se professora de 1ª classe. Foi professora de Belas Artes e de Letras, poetisa e pintora.
Culta e inteligente, escreveu três obras: Contos Primaveris (1825); Noções de Desenho (1826) e O Essencial em Belas – Artes (1828).
De estatura baixa, olhos serenos, gentil e graciosa, vivaz nos gestos e nas palavras e dona de um sorriso terno e bondoso, logo fez-se notar pelo Professor Rivail, com quem casou-se em 06 de fevereiro de 1832. Tinha 9 anos mais do que o marido, no entanto aparentava a mesma idade dele, e essa diferença jamais constituiu empecilho à felicidade de ambos. A testa larga e alta acusava sua capacidade intelectual.
Como professora e como esposa de Rivail, deu-lhe total apoio na Instituição fundada em 1826, revelando-se terna e solícita com as crianças, especialmente com os alunos mais jovens e necessitados de cuidados especiais. Introduziram na França o método educacional de Pestalozzi.
Junto com Rivail lutou pela educação feminina, pois discordavam das desigualdades de direitos então vigentes, que discriminavam as mulheres.
Na Revista Espírita de 1865, ao falar de seus sacrifícios em prol do Espiritismo, Kardec não se esqueceu do quanto devia a Amélie Boudet: “Minha mulher aderiu plenamente aos meus intentos e me secundou na minha laboriosa tarefa  como o faz ainda, através de um trabalho freqüentemente acima de suas forças, sacrificando, sem pesar, os prazeres e as distrações do mundo aos quais sua posição de família havia habituado.”
Ante a partida do querido companheiro para a Espiritualidade, portou-se como verdadeira espírita, cheia de fé e estoicismo. Pelo espaço de 40 anos foi a companheira amante e fiel do seu marido e, com seus atos e palavras o ajudou em tudo quanto ele empreendeu de digno e de bom.
Única proprietária legal das obras de Allan Kardec, Amélie doou à Caixa Geral do Espiritismo o excedente dos lucros da venda dos livros e das assinaturas da “Revue Spirite”. Os artigos da “Revue” passaram a ser sancionados por ela e pela comissão de redação.
Desencarnou a 21 de janeiro de 1883, aos 87 anos de idade.
Sua existência inteira foi um poema cheio de coragem, perseverança, caridade e sabedoria.
Sem herdeiros, legou seus bens à “Sociedade para a Continuação das Obras Espíritas de Allan Kardec”.
Fonte: Jornal Universo Espírita

Dezembro/1999

Biografia de Allan Kardec (extraída do livro "Obras Póstumas")

Extraído de "Obras Póstumas" de Allan Kardec
Nascido em Lion, a 3 de outubro de 1804, de uma família antiga que se distinguiu na magistratura e na advocacia, Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) não seguiu essas carreiras. Desde a primeira juventude, sentiu-se inclinado ao estudo das ciências e da filosofia.
Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos desse célebre professor e um dos zelosos propagandistas do seu sistema de educação, que tão grande influência exerceu sobre a reforma do ensino na França e na Alemanha.
Dotado de notável inteligência e atraído para o ensino, pelo seu caráter e pelas suas aptidões especiais, já aos catorze anos ensinava o que sabia àqueles dos seus condiscípulos que haviam aprendido menos do que ele. Foi nessa escola que lhe desabrocharam as idéias que mais tarde o colocariam na classe dos homens progressistas e dos livre-pensadores.
Nascido sob a religião católica, mas educado num país protestante, os atos de intolerância que por isso teve de suportar, no tocante a essa circunstância, cedo o levaram a conceber a idéia de uma reforma religiosa, na qual trabalhou em silêncio durante longos anos com o intuito de alcançar a unificação das crenças. Faltava-lhe, porém, o elemento indispensável à solução desse grande problema.
O Espiritismo veio, a seu tempo, imprimir-lhe especial direção aos trabalhos.
Concluídos seus estudos, voltou para a França. Conhecendo a fundo a língua alemã, traduzia para a Alemanha diferentes obras de educação e de moral e, o que é muito característico, as obras de Fénelon, que o tinham seduzido de modo particular.
Era membro de várias sociedades sábias, entre outras, da Academia Real de Arras, que, em o concurso de 1831, lhe premiou uma notável memória sobre a seguinte questão: Qual o sistema de  estudos mais de harmonia com as necessidades da época?
De 1835 a 1840, fundou, em sua casa, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada, Astronomia, etc., empresa digna de encômios em todos os tempos, mas, sobretudo, numa época em que só um número muito reduzido de inteligências ousava enveredar por esse caminho.
Preocupado sempre com o tornar atraentes e interessantes os sistemas de educação, inventou, ao mesmo tempo, um método engenhoso de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, tendo por objetivo fixar na memória as datas dos acontecimentos de maior relevo e as descobertas que iluminaram cada reinado.
Entre as suas numerosas obras de educação, citaremos as seguintes: Plano proposto para melhoramento da Instrução pública (1828); Curso prático e teórico de Aritmética, segundo o método Pestalozzi, para uso dos professores e das mães de família (1824); Gramática francesa clássica (1831); Manual dos exames para os títulos de capacidade; Soluções racionais das questões e problemas de Aritmética e de Geometria (1846); Catecismo gramatical da língua francesa (1848); Programa dos cursos usuais de Química, Física, Astronomia, Fisiologia, que ele professava no Liceu Polimático; Ditados normais dos exames da Municipalidade e da Sorbona, seguidos de Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas (1849), obra muito apreciada na época do seu aparecimento e da qual ainda recentemente eram tiradas novas edições.
Antes que o Espiritismo lhe popularizasse o pseudônimo de Allan Kardec, já ele se ilustrara, como se vê, por meio de trabalhos de natureza muito diferente, porém tendo todos, como objetivo, esclarecer as massas e prendê-las melhor às respectivas famílias e países.
Pelo ano de 1855, posta em foco a questão das manifestações dos Espíritos, Allan Kardec se entregou a observações perseverantes sobre esse fenômeno, cogitando principalmente de lhe deduzir as conseqüências filosóficas. Entreviu, desde logo, o princípio de novas leis naturais: as que regem as relações entre o mundo visível e o mundo invisível. Reconheceu, na ação deste último, uma das forças da Natureza, cujo conhecimento haveria de lançar luz sobre uma imensidade de problemas tidos por insolúveis, e lhe compreendeu o alcance, do ponto de vista religioso.
Suas obras principais sobre esta matéria são: O Livro dos Espíritos, referente à parte filosófica, e cuja primeira edição apareceu a 18 de abril de 1857; O Livro dos Médiuns, relativo à parte experimental e científica (janeiro de 1861); O Evangelho segundo o Espiritismo, concernente à parte moral (abril de 1864); O Céu e o Inferno, ou A justiça de Deus segundo o Espiritismo (agosto de 1865); A Gênese, os Milagres e as Predições (janeiro de 1868); A Revista Espírita, jornal de estudos psicológicos, periódico mensal começado a 1º de janeiro de 1858. Fundou em Paris, a 1º de abril de 1858, a primeira Sociedade espírita regularmente constituída, sob a denominação de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, cujo fim exclusivo era o estudo de quanto possa contribuir para o progresso da nova ciência. Allan Kardec se defendeu, com inteiro fundamento, de coisa alguma haver escrito debaixo da influência de idéias preconcebidas ou sistemáticas. Homem de caráter frio e calmo, observou os fatos e de suas observações deduziu as leis que os regem. Foi o primeiro a apresentar a teoria relativa a tais fatos e a formar com eles um corpo de doutrina, metódico e regular.
Demonstrando que os fatos erroneamente qualificados de sobrenaturais se acham submetidos a leis, ele os incluiu na ordem dos fenômenos da Natureza, destruindo assim o último refúgio do maravilhoso e um dos elementos da superstição.
Durante os primeiros anos em que se tratou de fenômenos espíritas, estes constituíram antes objeto de curiosidade, do que de meditações sérias. O Livro dos Espíritos dez que o assunto fosse considerado sob aspecto muito diverso. Abandonaram-se as mesas girantes, que tinham sido apenas um prelúdio, e começou-se a atentar na doutrina, que abrange todas as questões de interesse para a Humanidade.
Data do aparecimento de O Livro dos Espíritos a fundação de Espiritismo que, até então, só contara com elementos esparsos, sem coordenação, e cujo alcance nem toda gente pudera apreender. A partir daquele momento, a doutrina prendeu a atenção de homens sérios e tomou rápido desenvolvimento. Em poucos anos, aquelas idéias conquistaram numerosos aderentes em todas as camadas sociais e em todos os países. Esse êxito sem precedentes decorreu sem dúvida da simpatia que tais idéias despertaram, mas também é devido, em grande parte, à clareza com que foram expostas e que é um dos característicos dos escritos de Allan Kardec.
Evitando as fórmulas abstratas da Metafísica, ele soube fazer que todos o lessem sem fadiga, condição essencial à vulgarização de uma idéia. Sobre todos os pontos controversos, sua argumentação, de cerrada lógica, poucas ensanchas oferece à refutação e predispõe à convicção. As provas materiais que o Espiritismo apresenta da existência da alma e da vida futura tendem a destruir as idéias materialistas e panteístas. Um dos princípios mais fecundos dessa doutrina e que deriva do precedente é o da pluralidade das existências, já entrevisto por uma multidão de filósofos antigos e modernos e, nestes últimos tempos, por João Reynaud, Carlos Fourier, Eugênio Sue e outros. Conservara-se, todavia, em estado de hipótese e de sistema, enquanto o Espiritismo lhe demonstrara a realidade e prova que nesse princípio reside um dos atributos essenciais da Humanidade. Dele promana a explicação de todas as aparentes anomalias da vida humana, de todas as desigualdades intelectuais, morais e sociais, facultando ao homem saber donde vem, para onde vai, para que fim se acha na Terra e por que aí sofre.
As idéias inatas se explicam pelos conhecimentos adquiridos nas vidas anteriores; a marcha dos povos e da Humanidade, pela ação dos homens dos tempos idos e que revivem, depois de terem progredido; as simpatias e antipatias, pela natureza das relações anteriores. Essas relações, que religam a grande família humana de todas as épocas, dão por base, aos grandes princípios de fraternidade, de igualdade, de liberdade e de solidariedade universal, as próprias leis da Natureza e não mais uma simples teoria.
Em vez do postulado: Fora da Igreja não há salvação, que alimenta a separação e a animosidade entre as diferentes seitas religiosas e que há feito correr tanto sangue, o Espiritismo tem como divisa: Fora da Caridade não há salvação, isto é, a igualdade entre os homens perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.
Em vez da fé cega, que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inabalável, senão a que pode encarar face a face a razão, em todas as épocas da Humanidade. A fé, uma base se faz necessária e essa base é a inteligência perfeita daquilo em que se tem de crer. Para crer, não basta ver, é preciso, sobretudo, compreender. A fé cega já não é para este século. É precisamente ao dogma da fé cega que se deve o ser hoje tão grande o número de incrédulos, porque ela quer impor-se e exige a abolição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre-arbítrio.
Trabalhador infatigável, sempre o primeiro a tomar da obra e o último a deixá-la, Allan Kardec sucumbiu, a 31 de março de 1869, quando se preparava para uma mudança de local, imposta pela extensão considerável de suas múltiplas ocupações. Diversas obras que ele estava quase a terminar, ou que aguardavam oportunidade para vir a lume, demonstrarão um dia, ainda mais, a extensão e o poder das suas concepções.
Morreu conforme viveu: trabalhando. Sofria, desde longos anos, de uma enfermidade do coração, que só podia ser combatida por meio do repouso intelectual e pequena atividade material. Consagrado, porém, todo inteiro à sua obra, recusava-se a tudo o que pudesse absorver um só que fosse de seus instantes, à custa das suas ocupações prediletas. Deu-se com ele o que se dá com todas as almas de forte têmpera: a lâmina gastou a bainha.
O corpo se lhe entorpecia e se recusava aos serviços que o Espírito lhe reclamava, enquanto este último, cada vez mais vivo, mais enérgico, mais fecundo, ia sempre alargando o círculo de sua atividade.
Nessa luta desigual não podia a matéria resistir eternamente. Acabou sendo vencida: rompeu-se o aneurisma e Allan Kardec caiu fulminado. Um homem houve de menos na Terra; mas, um grande nome tomava lugar entre os que ilustraram este século; um grande Espírito fora retemperar-se no Infinito, onde todos os que ele consolara e esclarecera lhe aguardavam impacientemente a volta!
A morte, dizia, faz pouco tempo, redobra os seus golpes nas fileiras ilustres!... A quem virá ela agora libertar?
Ele foi, como tantos outros, recobrar-se no Espaço, procurar elementos novos para restaurar o seu organismo gasto por um vida de incessantes labores. Partiu com os que serão os fanais da nova geração, para voltar em breve com eles a continuar e acabar a obra deixada em dedicadas mãos.
O homem já aqui não está; a alma, porém, permanecerá entre nós. Será um protetor seguro, uma luz a mais, um trabalhador incansável que as falanges do Espaço conquistaram. Como na Terra, sem ferir a quem quer que seja, ele fará que cada um lhe ouça os conselhos oportunos; abrandará o zelo prematuro dos ardorosos, amparará os sinceros e os desinteressados e estimulará os mornos. Vê agora e sabe tudo o que ainda há pouco previa! Já não está sujeito às incertezas, nem aos desfalecimentos e nos fará partilhar da sua convicção, fazendo-nos tocar com o dedo a meta, apontando-nos o caminho, naquela linguagem clara, precisa, que o tornou aureolado nos anais literários.
Já não existe o homem, repetimo-lo. Entretanto, Allan Kardec é imortal e a sua memória, seus trabalhos, seu Espírito estarão sempre com os que empunharem forte e vigorosamente o estandarte que ele soube sempre fazer respeitado.
Uma individualidade pujante constituiu a obra. Era o guia e o fanal de todos. Na Terra, a obra subsistirá o obreiro. Os crentes não se congregarão em torno de Allan Kardec; congregar-se-ão em torno do Espiritismo, tal como ele o estruturou e, com os seus conselhos, sua influência, avançaremos, a passos firmes, para as fases ditosas prometidas à Humanidade regenerada.
Biografia extraída do livro "Obras Póstumas"

Proposta torna crime agressão a cães e gatos

Servidores públicos estáveis poderão perder seus cargos, caso tenham mau desempenho no trabalho

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Quem dirigir sob influência do álcool pode perder o veículo

Vale Transporte - Saiba mais!

1 em cada 5 mulheres já sofreu algum tipo de violência

terça-feira, 9 de maio de 2017

Olha eu aqui / Capoeira / Mestre Serginho


Exame realizado em 8 de maio de 2017 na Associação de Moradores de Nova Campinas, abaixo algumas imagens:
 
  
   

 

 


Nessa quarta-feira, 29/03, foi um dia de festa após a aula de capoeira do Mestre Serginho na Associação de Moradores de Nova Campinas, o motivo foi o aniversário da aluna Barby, clique nas imagens, abaixo: