INFORMAÇÃO E ANÁLISE DAS REALIDADES E ASPIRAÇÕES COMUNITÁRIAS

A VOZ DO CAMPINARTE

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Tubarão fêmea surpreende cientistas ao dar à luz após 3 anos sem contato com macho

Cavalos matam mais do que todos os animais venenosos juntos na Austrália, indica levantamento

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Incêndio atinge unidade de destilação da Refinaria Duque de Caxias | Agência Brasil

Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil
Um incêndio atingiu no início da tarde de hoje (18) a Unidade 1210 de destilação atmosférica da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense. Equipes da Brigada de Incêndio e do Programa de Ajuda Mútua (PAM) da refinaria estão tentando controlar as chamas e os rolos de fumaça negra que chegaram atingir mais de 10 metros de altura. Não há informações de feridos.
Motoristas que passavam pela Avenida Brasil, principal ligação das zonas norte e oeste da cidade e pela rodovia Rio-Petrópolis observaram que a fumaça negra saía dos tanques de combustíveis da unidade da Reduc.
A Reduc refina 240 mil barris de petróleo/dia. Os mais importantes são gasolina, diesel e gás liquefeito de petróleo (GLP).  A unidade 1210 é o centro da empresa. Nesta unidade chega o petróleo bruto que é distribuído em várias torres de destilação. De acordo com o peso molecular de cada produto, ele é dividido em bandejas, onde saem os combustíveis já separados.
Segundo o presidente do Sindicato dos Petroleiros de Duque de Caxias, Simão Zanardi, o calor que faz no Rio, e muitos fornos de destilação de combustíveis teriam contribuído para o incêndio de grandes proporções, provocado provavelmente por vazamento de um produto da unidade. Zanardi disse que na semana que vem, o sindicato vai entrar com uma ação na Agência Nacional do Petróleo pedindo a interdição total da Reduc, “por descumprimento das normas de segurança”.
Segundo Zanardi, a redução do efetivo com o programa de demissão voluntária, a falta de incentivos e manutenção preventiva vêm contribuindo para os problemas na Reduc, que “atualmente só conserta um equipamento quando quebra”.
A Petrobras informou, por meio de nota, que por volta das 13h40 de hoje, ocorreu um vazamento de combustível, seguido de incêndio, na Unidade de Destilação da Refinaria Duque de Caxias. A ocorrência foi prontamente controlada pela equipe de contingência da refinaria e comunicada aos órgões de controle. Não houve danos às pessoas e também ao meio ambiente. A unidade está parada para avaliação das causas do incidente e eventual necessidade de manutenção, visando à retomada da operação. A companhia esclarece que o abastecimento ao mercado está garantido.
Histórico
A Refinaria Duque de Caxias (Reduc) é uma das maiores do Brasil em capacidade instalada de refino de petróleo. A refinaria iniciou sua produção em 1961. Com uma logística privilegiada, responsável por 80% da produção de lubrificantes e pelo maior processamento de gás natural do Brasil, ela possui também o maior portfólio de nossos produtos (no total, são 55 produtos processados em 43 unidades).

A IMPORTÂNCIA DOS GRUPOS DE MÚTUA AJUDA



Grupos de Mútua Ajuda são pequenas organizações com características de ajuda mútua e de realização de alguma meta. São formados por companheiros que se unem em assistência mútua, com o objetivo de satisfazer uma necessidade comum, superar dificuldade relacionada a um problema físico ou estilo de vida autodestrutivo, buscando dessa maneira uma mudança social ou pessoal. Esses grupos enfatizam as relações face a face, assim como responsabilidade pessoal pelos membros. Fornecem regularmente materiais de assistência (literatura específica) e apoio emocional.

Os grupos de mútua ajuda mais conhecidos mundialmente são os Alcoólicos Anônimos (AA) e os Narcóticos Anônimos (NA), definidos como uma irmandade de homens e mulheres que se ajudam a resolver problemas comuns como o Álcool e outras drogas de abuso. Para tanto, seus membros utilizam o programa de 12 passos que se originou da criação dos AA em 1935, em Akros, Ohio, nos Estados Unidos, com William Wilson (Bill), corretor da bolsa de valores em Nova York, e Roberto Smith (dr. Bob), Médico, ambos alcoolistas que se beneficiaram da troca de experiência, alcançando assim a abstinência e a sobriedade. Estenderam essa descoberta aos demais tornando-se uma referência no tratamento informal do Alcoolismo.

No Brasil, o primeiro grupo surgiu em 1947, posteriormente, o programa de 12 passos foi adotado por outros grupos como recurso de recuperação. Assim foi com os Narcóticos Anônimos (NA). De acordo com esses princípios, formaram-se também grupo de familiares de usuários de alccol (Al-Anon) e drogas (Nar-Anon), assim como grupos para transtornos compulsivos. Existe também um grupo de mútua ajuda muito eficaz que se chama “Amor Exigente”, com reuniões semanais.

O trabalho desenvolvido nos grupos atua nos níveis do pensamente, das emoções e de mudança comportamental, ou seja, a utilização de outra pessoa como ponto de referência. O usuário avalia o testemunho oferecido por outro companheiro. Quando o faz de maneira positiva, automaticamente reflete sobre o quanto essa avaliação pode ser aplicada a ele. A cada reunião, a coesão grupal e reforçada, o sistema global de crenças é reafirmado e se aprendem habilidades de sobrevivência. Um grupo pode influenciar uma família, um indivíduo, outro grupo, este por vez, vai ser influenciado por todos os membros da rede, criando, assim, redes facilitadoras e promotoras de saúde.
 


Atenção, trabalhador! Fique atento aos seus direitos

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Marcos Valério à Luz do Espiritismo / TENHA FÉ

“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, o espiritismo é a minha verdade, algo que escolhi como filosofia, a razão e a emoção caminhando lado a lado e tendo a ciência e a religião como fundamentos em seu tríplice aspecto: ciência, filosofia e religião.
Eu sou Marcos Valério, 52 anos, casado, nascido em Pernambuco, ensino médio (incompleto) e profissional da construção civil (pedreiro).
ESTAREMOS JUNTOS A PARTIR DE AGORA AQUI NA COLUNA “À LUZ DO ESPIRITISMO”.
Eu como trabalhador da Doutrina dos Espíritos quero através desta coluna levar até vocês uma análise dos fatos do nosso dia a dia, mas sempre à luz da Doutrina dos Espíritos.

TENHA FÉ...

PLYMOUTH, EUA — Um menino 7 anos de idade morreu após seus pais rezarem por ele em vez de levá-lo ao hospital, alega a promotoria pública do estado americano de Minnesota. Os pais, Timothy e Sarah Johnson, foram indiciados por negligência e devem comparecer ao tribunal este mês.
Sobre este pretexto o fato decorrido acima nos mostra o quanto ainda não entendemos direito os ensinamentos do Cristo, afinal até que ponto pode ou devemos crer que tudo em nossas vidas podem ser resolvidas apenas pelo poder da oração? Até onde vai meu humilde entendimento carrego comigo a máxima “FAÇA A TUA PARTE E EU VOS AJUDAREI”, infelizmente os fatos apenas nos mostra até onde o Fanatismo leva os seres ao extremismo religioso capaz de não só atentar contra seu semelhante como a si mesmo, fora o fato de que um filho pela visão espírita é algo que Deus nos outorga a responsabilidade e fatalmente será cobrada esta falta, não cabe aqui o julgo, pois para isso as leis humanas dará seu veredicto, sobre a fé Kardec nos deixou: FÉ INABALÁVEI É AQUELA QUE PODE ENCARAR A RAZÃO FACE A FACE EM TODAS AS ÉPOCAS DA HUMANIDADE, sem isso se torne fé morta, cega e como tudo que nos fecha os olhos da razão pode levar ao abismo do extremismo e por consequência a atos que infelizmente ainda por muito tempo vamos ter que conviver.
Muita paz a todos.

Bichinhos com a plaquinha da vergonha > uma das melhores coisas da internet


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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Duque de Caxias / Roteiro Cultural | CMDC

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Localizada na Estrada Velha do Pilar, próximo ao canal do Rio Iguaçu , a igreja foi construída em 1720. Naquela época a presença das instituições religiosas, numa determinada região, demonstrava a importância que aquele território representava para o rei e para o papa.
Com fortes traços barrocos, similares às construções feitas em Minas Gerais, em que se destacam os altares entalhados em madeira e pintados a ouro, a Igreja Nossa Senhora do Pilar é um importante patrimônio histórico da Baixada. O material para a construção da Igreja Nossa Senhora do Pilar veio do Mosteiro de São Bento, conforme registro no Dicionário Geográfico e Descritivo do Império do Brasil, de 1863. O documento destaca a existência de uma olaria que produzia tijolos e telhas naquele período.
Utilizado por D. Pedro I, o Porto do Pilar foi um importante centro de desembarque quando o imperador vinha do Centro do Rio de Janeiro pela Baía de Guanabara até Minas Gerais, onde fiscalizava a extração de ouro.
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O “Caminho Novo”, como era conhecido, foi aberto em 1704 por Garcia Pais, próximo ao povoado de “Nossa Senhora do Caminho Velho”. Nesta época, Pilar viveu momentos de grande desenvolvimento econômico.
As diversas embarcações, que navegavam pelo afluente do Rio Iguaçu, até chegar ao Rio Pilar, atracavam no local ou seguiam viagem.


Endereço: Igreja Nossa Senhora do Pilar – BR040, KM 26, Estrada Rio-Petrópolis, bairro Pilar, 2º distrito, Duque de Caxias. Construção: século XVIII, Tombamento: processo nº160-T, inscrição nº76, Livro belas Artes, Fls. 14, 25 de maio de 1938.


Casa da Fazenda São Bento
Casa da Fazenda São Bento
Fazenda de São Bento
A mais antiga e importante fazenda localizada em nosso município, a Fazenda São Bento, também conhecida como Fazenda de Iguaçu, surgiu da compra pelo Mosteiro de São Bento de partes das terras de Cristóvão Monteiro, em 1591. Com a doação de outra porção feita pela viúva de Cristóvão, teve origem a Fazenda São Bento, em 1596. A fazenda dava início ao processo de colonização do Vale do Rio Iguaçu.
Inicialmente, os monges Beneditinos construíram uma capela dedicada ao culto de Nossa Senhora das Candeias. Entretanto, no século XVIII, as terras mudaram de dono. Elas passaram para as mãos da irmandade de Nossa Sra. do Rosário dos Homens Pretos.
Existem divergências em relação à Ordem Monástica dos monges beneditinos. Há uma corrente de estudiosos que defendem a tese deles serem cistercienses (ramo da grande família monástica de São Bento). Por outro lado, há quem os classifiquem como beneditinos (missionários que viviam em áreas tropicais e que se vestiam de branco).
Capela de São Bento
Capela de São Bento
Por trinta e cinco anos, um engenho funcionou na fazenda. Toda a produção era enviada ao Reino. Com o aparecimento dos engenhos de Campos, Vargem Pequena e Camorim, com mais infra-estrutura e terras melhores, o engenho foi sendo desativo aos poucos.
A casa grande foi construída anexa à capela, entre l754 e l757, constituindo um convento para abrigar padres em descanso ou afastados do sacerdócio. Era também sede da grande fazenda de São Bento, cuja atividade econômica baseava-se na produção de farinha de mandioca e na fabricação de tijolos. O terreno foi desapropriado em 1921 para sediar uma colônia agrícola.
Em 1993, a capela desabou e hoje, em ruínas, funciona precariamente em parte do casarão do Patronato São Bento, apenas uma escola primária e algumas oficinas de trabalho escolar mantidas pela Diocese de Duque de Caxias.
Do passado de importância religiosa, cultural e econômica só resta um cenário de ruínas, que ainda resiste às intempéries da natureza e ao descaso do homem. A casa grande e a capela da antiga Fazenda de São Bento abrange uma área de aproximadamente 100 metros de edificações.
Visão interna da Capela
Visão interna da Capela
Construção: A Casa entre 1754 e 1757 e a Capela em 1645, Tombamento: processo nº564-T, inscrição nº439, Livro Belas Artes, Fls. 86, 10 de junho de 1957.
Endereço: Casa e Capela da antiga Fazenda São Bento – Av. Presidente Kennedy, km 8, bairro São Bento, 2º distrito, atrás da Fundação Educacional Duque de Caxias (FEUDUC).




 Teatro Armando Melo
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O primeiro teatro público de Duque de Caxias foi conquistado depois de uma intensa queda de braço. O prefeito Moacyr Rodrigues do Carno, atendendo solicitação do jornalista Laís Costa Velho e do artista e escritor Barboza Leite, pressionou a incorporada do Shopping Center a construir o espaço. A tática deu certo e em 1967, um velho sonho da classe artística era concretizado com a conquista do teatro, localizado entre as Ruas Mariano Sendra e José de Alvarenga.
Com aproximadamente 100 cadeiras, o teatro foi doado à municipalidade por 99 anos. Vinculado à Divisão de Educação e Cultura da Prefeitura, o local recebeu o nome de Teatro Municipal Armando Melo (TEMAM), uma homenagem a um dos artistas fundadores do TMC (Teatro Moderno Caxiense). O TMC impulsionou as artes na cidade e teve também como fundadores: Laís Costa Velho, Antônio Pacot, Wanda Freimuth, Afonso Fernandes, etc.
Alugado por CR$ 1,00, valor simbólico, o maior problema foi arrumar alguém para dirigi-lo. Em plena ditadura militar e vigorando AI-1, que fiscalizavam todos os atos dos prefeitos, através do comando da Vila Militar, o que fazer agora? Como os nomes preferidos, Barboza Leite e Laís Costa Velho, não podiam se indicados para cargos do governo, por figurarem em dossiês militares, a saída foi nomear a esposa do Laís, Arlete Costa Velho. O seu nome foi publicado em Boletim Oficial, mas o diretor de fato era Laís.
“Os Inimigos Não Mandam Flores”, de Pedro Bloch, foi a peça que inaugurou, em 1967, o teatro. No elenco estavam Elizabeth Sander, Laís Costa Velho, tendo Barboza Leite como diretor e cenógrafo.
O Armando Mello incentivou a organização de grupos teatrais e o aparecimento de novos autores e artistas, principalmente entre os jovens. As programações gratuitas ajudaram a difundir a arte cênica na cidade, assim como os cursos, hoje, promovidos pela Secretaria Municipal de Cultura.
Museu da Taquara
Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, patrono do município e do Exército, nasceu na Fazenda São Paulo, hoje Taquara, 3º distrito. O local foi ocupado no início do século passado e as terras pertenciam ao coronel Luiz Alves de Freitas Belo, avô materno do futuro Duque de Caxias.
Construída no alto do morro, para evitar as constantes enchentes, a sede da fazenda dava frente para o caminho da Taquara. Este local fazia a ligação de duas importantes vilas portuárias: Pilar e Estrela.
Edificada em um só pavimento, o casarão branco tinha uma ampla varanda com janelas azuis. Na paisagem grandiosa, uma capela se destacava. A sua imponência podia ser contemplada à distância, uma vez que a construção foi feita em um chapadão. A palmeira imperial, devidamente
alinhada, dava o toque de requinte ao estilo da época.
A residência de Lima e Silva transformou-se em museu.
A residência de Lima e Silva transformou-se em museu.
Muitos cavaleiros transitavam pelo local, assim como tropas de burros carregados, que faziam o trajeto rumo à sede da província ou para o interior do país. Brasileiros e estrangeiros eram acolhidos na fazenda para descansar da desgastante viagem.
Na Fazenda São Paulo, bem como nas demais, cultivava-se milho, cana-de-açúcar, mandioca, feijão, frutas, legumes e café. A caça também era uma atividade regular na região. Pacas e capivaras enriqueciam as refeições.
Administrado pela Secretaria de Cultura desde 1994, o antigo casarão virou Museu Municipal da Taquara. O espaço guarda pouco da memória de Luiz Alves de Lima e Silva. Peças de valor perderam-se ao longo dos anos. Hoje, a população encontra apenas fragmentos de uma história, como retratos do Duque de Caxias, foto da Capela e da Fazenda São Bento, além de uma poltrona e um busto do militar.
Com a finalidade de atrair a população, a Secretaria de Cultura promove varias atividades para o grupo da terceira idade e para jovens no museu. São realizados exercícios físicos ao ar livre, cursos de teatro e capoeira, integrando as duas gerações.
O Museu Municipal da Taquara funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h,
na Avenida Automóvel Clube, KM54, bairro Taquara.

Os coelhinhos equilibristas mais fofos da TL


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Você já viu uma coruja sem penas?

Formado em Xerém, zagueiro Reginaldo recebe primeira chance no Fluminense - Fluminense - O Dia

Rio - Nos últimos anos, o Fluminense passou a adotar uma estratégia diferente para tentar aproveitar ao máximo o seu centro de formação de atletas, em Xerém, na Baixada Fluminense. Após estourarem o limite de idade para jogar na base, muitos jogadores seguem sob contrato, sendo emprestados na esperança de se destacarem e serem vendidos ou reintegrados.
Foi assim que o zagueiro Reginaldo seguiu ligado ao clube, sendo seguidamente emprestado. Passou por times pequenos do Brasil e até pelo futebol da Finlândia. Em 2016, destacou-se como titular do Vila Nova na Série B. Agora, aos 24 anos, ganha a sua primeira chance no Fluminense.
A sensação de estar de volta é uma das melhores possíveis. Estou muito feliz de ter a oportunidade de estar aqui, com esse grupo. Durante os treinamentos quero fazer o que sei de melhor, estar sempre firme e forte em busca de uma oportunidade do professor Abel (Braga)", comentou Reginaldo.
Até chegar ao elenco principal do Fluminense, ele passou por Resende-RJ, PSTC-PR, Esportivo-RS e Metropolitano-SC, além do Jaro (da Finlândia) e do Vila Nova. "Cheguei no Fluminense em 2011 e em 2012 encerrou minha trajetória na base. Acabei tendo a oportunidade de ser emprestado a outros clubes e no meu último clube, o Vila Nova, no passado, foi uma das melhores temporadas da minha carreira profissional", apontou o zagueiro.

Paratleta da Baixada Fluminense está entre os 10 melhores do mundo no rugby - Editoriais - Band News FM

A eleição foi feita pelo site do Movimento Paralímpico, do Comitê Paralímpico Internacional
Foto: Reprodução
Julio já foi campeão brasileiro e participou da Paralímpiada do Rio
Morador de Mesquita, na Baixada Fluminense, o paratleta Julio Braz, da seleção brasileira de rugby em cadeiras de rodas, foi o único brasileiro a ser considerado um dos 10 melhores jogadores do mundo na categoria. A eleição foi feita pelo site do Movimento Paralímpico, do Comitê Paralímpico Internacional.
O jovem de 25 anos é um dos altetas selecionados como tendo forte potencial de participar do próximo ciclo Paralímpico antes dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. Com pouco mais de dois anos de carreira, Julio já foi campeão brasileiro e participou da Paralímpiada do Rio.
“Fico muito feliz pelo meu nome ter sido citado entre os melhores jogadores do mundo na modalidade. Isso é fruto de um excelente trabalho que ABRC (Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas) vem realizando para o crescimento do esporte no nosso País. Gostaria também de agradecer aos meus companheiros de clube e de Seleção Brasileira, pois ninguém cresce sozinho, em um esporte coletivo,” afirmou Julio.
Por Everton Maia, às 11/01/2017 - 14:55

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

domingo, 8 de janeiro de 2017

Trabalhos aos Domingos

sábado, 7 de janeiro de 2017

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A desigualdade no 'Grande Rio' e a nova governança metropolitana

Este artigo discute os desafios da nova fase da governança metropolitana do Rio de Janeiro, após a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 1.842/RJ (2013) e a aprovação do Estatuto da Metrópole (Lei 13.089/2015). Considera-se que a principal questão a ser enfrentada pela governança metropolitana do Rio de Janeiro é a redução da forte desigualdade existente na metrópole, exemplificada pela análise do caso da Baixada Fluminense. Avalia-se que a governança metropolitana do Rio enfrenta grandes desafios para superar as limitações impostas pelo sistema federativo brasileiro, promover uma gestão democrática da cidade e contribuir para a redução das desigualdades.
A desigualdade na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e o caso da Baixada Fluminense
A Região Metropolitana (RM) do Rio de Janeiro, ou Grande Rio, a segunda maior metrópole do Brasil, com 12 milhões de habitantes, é um retrato revelador do país e amostra expressiva do quadro de desigualdades sociais, econômicas, infraestruturais e ambientais encontrado na maioria das cidades brasileiras.
A análise do caso da Baixada Fluminense, é exemplar. Com cerca de 30% da população da metrópole, a Baixada revela uma série de precariedades que a distingue das áreas mais ricas da cidade do Rio de Janeiro. A região, localizada na periferia, apresenta os piores indicadores sociais da Região Metropolitana. Na educação fundamental, por exemplo, os municípios da Baixada ocupam os últimos lugares do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) do Estado do Rio de Janeiro: Belford Roxo – 91o, Nova Iguaçu – 90o, e Duque de Caxias – 82o. Na Baixada, o número de 58,7 homicídios por 100 mil habitantes (Observatório das Metrópoles, 2012), é muito superior à média brasileira (32,4 assassinatos por 100 mil habitantes). O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH, PNUD/2010) de municípios como Belford Roxo (0,684), Queimados (0,680) e Japeri (0,650) está distante do Rio de Janeiro (0,799, nível alto) e Niterói (0,837, muito alto).
Saiba mais acesse

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Morre o Sr. Eliseu, proprietário da Ótica Nova Campinas

É com imenso pesar que comunicamos o falecimento do amigo Heliseu, proprietário da Ótica Nova Campinas.
O tricolor Heliseu, que nasceu na cidade de Campos (RJ), em 14/06/1943, faleceu em 04/01/2017.
Heliseu deixa mulher, três filhos e quatro netos.
Neste momento de dor e consternação, só nos cabe pedir a Deus que lhe ilumine e lhe dê paz, e que dê conforto à sua família para que possa enfrentar esta imensurável dor com serenidade.
Obs.: Heliseu (Óticas Nova Campinas) foi um dos 10 primeiros anunciantes do Campinarte dá a Dica, o hoje, Campinarte Dicas e Fatos.

SAIBA MAIS
O proprietário da Ótica Nova Campinas era o tricolor Heliseu que nasceu na cidade de Campos (RJ) em 14/06/1943.
Logo após o seu nascimento sua família mudou-se para Campo Grande (Zona Oeste). Heliseu também morou em Santa Cruz (matadouro), Morro da Providência e no início da década de 1990 veio morar em Duque de Caxias no conjunto habitacional Nova Campinas onde montou sua própria ótica.
Heliseu sempre trabalhou em óticas, desde 1958 para ser mais exato. Só nas Óticas Belém trabalhou aproximadamente 25 anos.
Heliseu era casado, deixa 3 filhos e 4 netos.
A Ótica Nova Campinas – Rua H, 621 – Telefone: 3652-8974 (área 2) foi um dos 10 primeiros anunciantes do Campinarte dá a Dica, o hoje, Campinarte Dicas e Fatos.

“Ótica Nova Campinas” - mais uma referência positiva captada pelas poderosas lentes do Campinarte Dicas e Fatos.

Prefeito de Caxias quer municipalizar serviço funerário, mas empresa entra na Justiça

O contrato de administração dos cinco cemitérios de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, firmado entre a prefeitura e a empresa AG-R Eye Obelisco Serviços Funerários, está com os dias contados. O novo prefeito, Washington Reis, quer municipalizar o serviço, mas, para isso, terá que enfrentar uma batalha judicial. Uma liminar concedida no primeiro dia do ano determina que o governo municipal se “abstenha de praticar qualquer ato tendente a rescindir o contrato de concessão’’, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
— No primeiro dia do meu mandato, recebi essa notícia. Já recorri e, assim que eu ganhar, tomo as chaves de todos os cemitérios de Duque de Caxias — afirmou Washington Reis.
Funcionários da AG-R não sabem o que pode acontecer, caso contrato seja rompido
Funcionários da AG-R não sabem o que pode acontecer, caso contrato seja rompido
A AG-R é a única concessionária de serviços públicos cemiteriais e permissionária de serviços funerários de Caxias desde janeiro de 2012 (último ano do mandato do ex-prefeito Zito). De acordo com Reis, a empresa pratica hoje preços exorbitantes e a classifica como “máfia”.
Um funcionário da AG-R, que pediu anonimato, contou que a compra de um jazigo de 2m quadrados, no Cemitério de Xerém, não sai por menos de R$ 17 mil (o valor médio para esse tipo no mercado é R$ 12 mil). Se a família quiser revestir o túmulo com mármore, o preço é R$ 6 mil, tendo que, obrigatoriamente, ser feito pela empresa.
— É quase preço do Leblon (bairro nobre do Rio) em Xerém — ironizou o prefeito.
Prefeito mostra tabelas de preços praticados hoje em Duque de Caxias
Prefeito mostra tabelas de preços praticados hoje em Duque de Caxias Foto: Cléber Júnior / Extra
Em resposta, a AG-R afirmou apenas que diante da “concreta ameaça de rescisão arbitrária de contrato de concessão, fruto de processo licitatório”, buscou resguardar seus direitos através dos meios legais disponíveis.
Enterros sem pagar
Caso derrube a liminar na Justiça, Washington Reis pretende criar uma funerária municipal que oferecerá sepultamentos gratuitos para quem comprove o estado de pobreza em que vive. O prefeito ainda pretende instalar novos cemitérios em Duque de Caxias.
— Quero fazer pelo menos mais um cemitério em cada distrito da cidade para baratear ainda mais os custos do enterro — prometeu Reis.
Jazigo revestido de mármore
Jazigo revestido de mármore Foto: Cléber Júnior / Extra
Hoje, Caxias tem cinco cemitérios. São eles: Pilar, Xerém, Corte Oito, Tanque do Anil e Taquara.
— Quem quiser pagar seu enterro, tem condições, vai poder. Não pode é continuar do jeito que está. Esse contrato foi assinado na gestão do Zito e o Alexandre (Cardoso) manteve — disse Reis.
O ex-prefeito Zito não foi localizado pelo “Mais Baixada’’. Já Alexandre Cardoso disse que tentou romper o contrato com a AG-R, mas cumpriu determinações judiciais.
Polícia investigou máfia das funerárias
Em agosto de 2012, uma operação da Polícia Civil em três cemitérios de Caxias encontrou diversas irregularidades nos locais, como ossadas armazenadas de forma irregular e expostas. Havia a suspeita de venda de ossadas e de esvaziamento de sepulturas antes do tempo.
A ação foi realizada para apurar também a informação de que um delegado da Polícia Federal (PF) liderava a máfia das funerárias na cidade. Outras sete pessoas eram alvos da investigação. Na ocasião, quatro foram presas.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Washington Reis toma posse em Duque de Caxias e promete pagar servidores

(Rafael Soares) Em meio a protestos de moradores do Jardim Gramacho, que lotaram as galerias da Câmara de Vereadores para reivindicar melhorias no saneamento básico do bairro, o novo prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (PMDB), tomou posse no início da noite de ontem. Como primeira medida do seu mandato, Reis anunciou que, em 10 dias, vai pagar o 13º e o salário de janeiro dos servidores — alguns não recebem desde setembro.
— Cheguei hoje à prefeitura e tive a surpresa de encontrar R$ 13,29 no caixa. A situação é de crise, mas me comprometo a pagar os salários o mais rápido possível. Não sai um centavo do caixa até a gente pagar os servidores — afirmou o prefeito, que chegou quase 1h atrasado à cerimônia de posse, que estava marcada para iniciar às 17h.


Washington Reis também prometeu fazer uma auditoria em todos os contratos da prefeitura, para que gastos supérfluos sejam cortados, e anunciou série de medidas que serão publicadas a partir de hoje no Diário Oficial.
— Ainda nesta semana, vamos publicar o edital de licitação do Hospital do Olho. Amanhã (hoje), com recursos do Governo federal, as obras da Universidade de Santa Cruz da Serra serão reiniciadas e será criada a Companhia de Água e Saneamento de Caxias — afirmou ele, acrescentando que vai reestatizar os cemitérios logo no início de sua gestão.
Diante da manifestação dentro da Câmara, o prefeito Washington Reis prometeu, ao final do discurso de posse, uma visita a Jardim Gramacho na manhã desta segunda-feira.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Foi o ditador romano Júlio César quem decidiu que o ano começaria em 1º de janeiro

sábado, 31 de dezembro de 2016

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Duque de Caxias ganha três patrimônios culturais

A Prefeitura de Duque de Caxias tombou nesta terça-feira (27/12) três patrimônios culturais da cidade. Os tombamentos foram aprovados pelo Conselho Municipal de Política Cultural de Duque de Caxias. Foram tombados como Patrimônio Material a Escola Municipal Dr. Álvaro Alberto, mais conhecida como Mate com Angu; e o Ilê Ogum Anaeji Igebele Ni Oman, ou Axé Pantanal. Já a Roda Livre de Caxias foi tombada como Patrimônio Imaterial.


Os representantes das instituições receberão nesta quinta-feira (29/12) as titulações na sede da Secretaria municipal de Cultura e Turismo, no Centro de Duque de Caxias.

Após chuvas, jacarés aparecem nas ruas de Manaus

Olha eu aqui / Equipe Julio TKD Clube

Foto:
Terças e Quintas (manhã): Taekwondo / Ginástica Funcional
Seg. Qua. Sex.(noite): TKD / Box / Ginástica Localizada  
Rua G / 549 – área 2 – Nova Campinas
Claro: 96850-1455 / 97610-1177

Rádio: 97030-3754 /97030-5986

NOTA:
Dia 18 de dezembro no Sitio do Didi no Parque Equitativa tivemos Exame de Graduação para aproximadamente 25 alunos e a nossa festa de encerramento (2016) aconteceu no dia 23 de dezembro na Rua 7 (área 4) - Ilha em Nova Campinas: churrasco, sorteio de brinde e muitas outras atrações.
 

 

 

 

 

A Equipe Julio TKD Clube 
deseja a todos um FELIZ ANO NOVO!!!

O inciso I do artigo 1.566 do Código Civil estabelece como dever de ambos os cônjuges a fidelidade recíproca

Quer aprender sobre doutrinas políticas? O Senado possui vários cursos

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Guepardo entra na lista de animais em risco de extinção

Zeca Pagodinho distribui presentes de Natal em Caxias: “Crianças que Papai Noel não conhece”

Incerteza sobre salário continua em Duque de Caxias

Com o prefeito desaparecido, lixo se acumula nas ruas de Mesquita

Belford Roxo e Guapimirim terão que explicar para onde foi o dinheiro do Fundeb

Polícia prende Maninho do Posto, ex-vereador de Duque de Caxias

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

sábado, 24 de dezembro de 2016

..:: Momento Espírita ::.. Contos de Natal

 Natal é vida
Era noite de Natal, mas ele não podia delegar o trabalho que iria começar dentro de alguns minutos.
Há muitos anos Maurício era voluntário do CVV - Centro de Valorização da Vida. Dedicava-se de todo coração.
Prontificara-se a ouvir os desabafos dos desiludidos da vida, antes que se decidissem pelo suicídio.
Trabalho anônimo. A simples escuta amorosa permite mudar a forma de pensar de muitos que buscam apoio.
Espírito solidário e disponibilidade de pouco mais de quatro horas semanais é um dos requisitos dos voluntários desse extraordinário serviço que iniciou, em nosso país, no ano de 1962.
Também anonimato de quem se dispõe à sua execução e sigilo das conversas. Um verdadeiro trabalho de amor.
Uma surpresa incalculável esperava por Maurício, nesse dia.
Quando o telefone tocou, uma voz clara e alegre se fez ouvir.
Era portadora de reconhecimento a todos os voluntários daquele trabalho.
Hoje estou ligando para agradecer o atendimento que recebi, há alguns meses.
Graças a vocês, estou novamente junto de minha família, e vou poder passar o Natal e o dia de Ano Novo com meus familiares queridos.
Peço a Deus para abençoar a todos os que dedicam suas horas proporcionando tamanha bênção.
Infinita emoção envolveu Maurício, que mal conseguiu falar um muito obrigado, em nome de todos os voluntários.
*  *   *
Sempre que chega dezembro, basta dedicarmos um pouco de atenção, para notarmos, que algo muda no ar.
O mês, dedicado à comemoração do nascimento do Mestre Jesus, traz consigo uma atmosfera de emoções especiais.
Demonstração clara de que nossos pensamentos, palavras e ações constroem nosso ambiente.
São as lembranças ricas de amor e carinho, entre familiares próximos e distantes.
São trocas de mensagens de amor, em nome de Jesus.
A aproximação de amigos distantes que se buscam para as comemorações fraternas.
Bazares de prendas que se realizam, em benefício de lares adotivos, creches, asilos.
Festas de confraternização entre trabalhadores de diversos setores.
Distribuição de doces e brinquedos para as crianças carentes.
Visitas aos lares necessitados, para entrega de cestas básicas, guloseimas e brinquedos.
Corais infantis sonorizando com boas músicas lugares privilegiados, nas cidades.
Peças teatrais nas escolas, contemplando passagens da vida de Jesus.
Lares e comércio, em geral, iluminados com coloridos alegres e chamativos.
Visitas queridas, que vêm de longe, trazendo e recebendo alegrias de reencontros.
E muitos agradecimentos especiais plenificam corações bondosos, inesperadamente.
As emoções, as lembranças, os sorrisos, a alegria saudável espoucam em todas as direções.
É Jesus mais próximo de nossos corações.
É Jesus compartilhando pensamentos, palavras e ações.
É Jesus abençoando a Humanidade.
É Jesus causando mudanças na atmosfera dos corações.
Ah! Se os homens resolvessem ter sempre Jesus tão próximo assim, o mundo seria tão mais agradável!
Como seria harmoniosa a Terra se todos os meses fossem dezembro. Se em todos os meses se comemorasse o aniversário do Rei Solar e Governador planetário.
Redação do Momento Espírita.
Em 23.12.2015
Mensagem para o Natal
Véspera de Natal. Noite gélida. A neve cai em flocos minúsculos, como garoa condensada.
A menina anda pelas ruas. Sente frio, mas sabe que não poderá voltar para casa. Não sem ter vendido as caixas de fósforos.
O dia morrera e ela não conseguira vender nenhuma.
Encolhe-se na saliência de uma casa. Acocora-se ali, com os pés encolhidos, para abrigá-los ao calor do corpo. Mas cada vez sente mais frio.
Toma de um fósforo. Que mal haverá se ela acender um? Somente um.
Risca-o contra a parede e a chama se faz. Parecia uma vela e ela se viu sentada diante de uma grande estufa, de bronze polido. Ardia nela um fogo magnífico, que espalhava suave calor.
Ela foi estendendo os pés congelados, para os aquecer e... apagou-se o clarão.
Então risca outro fósforo e onde bate a luz, a parede fica transparente, como um véu. Ela vê tudo dentro da sala. A mesa posta, a porcelana fina, um belo pato assado, recheado de maçãs e ameixas.
Mas o fósforo apaga e tudo some. Ela fica ali a ver somente a parede nua e fria na noite escura.
Acende outro fósforo e à sua luz vê uma enorme árvore de Natal. Entre os galhos, milhares de velinhas.
Ela estende os braços desejando apanhar um dos enfeites e então, então... apaga-se o fósforo.
As luzinhas da árvore de Natal foram subindo, subindo, até alcançar o céu e se transformarem em estrelas.
Uma delas cai, lá de cima, deixando uma poeira luminosa pelo caminho.
Alguém morreu! - Fala a criança, lembrando o que dizia sua avó: Quando uma estrela desce, uma alma sobe aos céus.
Ela acende mais um fósforo. Desta vez, é a avó que lhe aparece, sorridente, no esplendor da luz.
A emoção envolve a pequena. Desde que possa lembrar, ela somente recebera carinhos da avó. Ela, sim, a amara.
Vovó, eu queria que a senhora fosse de verdade. Sei que quando a chama apagar, a senhora vai desaparecer, como as luzes, a estufa quente, o pato assado, a árvore de Natal.
E se põe a riscar na parede, todos os fósforos das caixas, para que sua avó não vá embora.
Eles ardem com tanto brilho, que parece dia. Ela vê a avó cheia de luz, tão bonita!
A bondosa senhora a toma nos braços. Voam ambas, em um halo de luz e de alegria, mais alto, mais alto e mais longe...
Vão para um lugar onde não há mais frio, nem fome, nem sede, nem dor, nem medo. Elas penetram o mundo espiritual.
No dia seguinte, os transeuntes encontram a menina morta, com a mãozinha cheia de fósforos queimados.
Coitadinha! Comentam. Deve ter querido se aquecer.
E todos se admiram do sorriso estampado no rostinho infantil.
Mas ninguém soube que visões maravilhosas lhe povoaram os últimos momentos. Nem com que alegria entrou, com sua avó, nas glórias da Espiritualidade, em pleno Natal.
*   *   *
Neste Natal, pensemos: até quando permitiremos que a infância continue a morrer, em pleno desabrochar?
Até quando continuaremos a permitir que a escuridão povoe o universo infantil?
É Natal. Natal de Jesus. Façamos algo por nossas crianças.

Redação do Momento Espírita, com base no conto A acendedora
de fósforos, de Hans Christian Andersen.
Em 22.12.2011.
Então, é Natal
E de repente, chega dezembro. Os meses rolaram tão rapidamente que nem nos apercebemos.
Ainda ontem era início de ano, férias. Depois, as semanas se precipitaram, sem nos dar chance de as viver em plenitude.
Então, é Natal. As vitrines estão repletas de ofertas e presentes, as ruas iluminadas. A cidade parece viver um clima de magia.
Tudo parece lindo, maravilhoso. As bolas vermelhas e douradas, os enormes laços de fita, os pinheiros cheios de luzes. As casas enfeitadas com mil lâmpadas, desejando dizer que é festa, é Natal.
Tocam sinos, tocam músicas. E pessoas compram presentes: pequenos, grandes caros, modestos.
Natal. Aniversário do Ser mais importante que esta Terra já abrigou: o Rei solar. Jesus, o Mestre.
E, quando a data se aproxima e tantos cantam e falam a respeito do Natal, emocionando corações, é bom nos perguntarmos: O que daremos ao Menino Jesus na noite santa?
Se o aniversário é dEle, o que temos para lhe oferecer? Podemos lhe oferecer os sorrisos que sorrimos durante todos os meses anteriores?
Aqueles que sorrimos para os nossos amores. Mas também para os amores alheios ou para quem nem tinha amores.
Podemos lhe oferecer as mãos perfumadas pelo trabalho honroso com que sustentamos nossa família, vencendo cada dia, com dignidade.
Mãos que também ampararam a família de quem padecia necessidades, de quem não tinha pão, nem carne, nem leite.
Mãos que prepararam sopas e as distribuíram nas madrugadas frias aos que não tinham um teto para retornar.
Mãos que embrulharam muitos presentes e colocaram na sala, para serem abertos no dia de Natal.
Mãos que prepararam pacotes vistosos para quem nem espera presentes. Crianças que serão surpreendidas com a realização do seu sonho, ganhando o ambicionado brinquedo.
Idosos que receberão mimos de quem sabe que a velhice deve ser amparada e festejada.
Podemos lhe oferecer nossos braços que aconchegaram ao peito o filho pequeno, que lhe atenderam a febre, a dor, o choro, nas madrugadas afora.
Braços que também se estenderam em direção do próximo, soerguendo-o da tristeza e envolvendo-o em abraços de fraternidade.
Podemos oferecer nossos ombros. Aqueles nos quais choraram nossos amigos, nossos amados.
Ombros que também serviram de apoio a deserdados do mundo que se mostravam tristes e desalentados.
Que temos a oferecer para o Menino Jesus?
*   *   *
É noite de Natal. Enquanto cantam hosanas os mensageiros celestes, rememorando a noite especial em que o Senhor das estrelas veio à Terra e encarnou entre nós, cantemos também.
Unamos o canto da nossa gratidão ao Senhor Jesus pela vida, pelo lar, pelo que temos, pelo que somos.
Cantemos rogando luz a quem ainda não teve a alegria de conhecer o nobre Aniversariante.
Para quem não conhece o verdadeiro sentido do Natal. Para quem o Natal é somente mais um dia, sem poesia porque desejamos, ardentemente, que neste Natal, esse alguém se dê conta de que o Natal existe, de que o Rei Solar veio estar conosco.
Para esse alguém desejamos um Natal feliz, um Natal de descoberta, um Natal de paz. Seu primeiro e verdadeiro Natal.
Redação do Momento Espírita.
Em 24.12.2015.
Canção de Natal
Era a véspera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austríacos, o padre Joseph Mohr lia a Bíblia.
Quando se detinha nos versículos que se referiam às palavras do visitante celeste aos pastores de Belém: Eis que vos trago uma boa nova, que será de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram à porta.
Uma camponesa pedia que fosse abençoar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha.
Em pobre cabana de dois cômodos, cheia de fumaça do fogão, encontrou uma mulher com seu filho nos braços. A criança dormia.
O padre Mohr deu sua bênção ao pequeno e à mãe. Uma estranha emoção começou a tomar conta dele. A cabana não era o estábulo de Belém, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus.
Ao descer a montanha, de retorno à paróquia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma.
Aproximando-se da aldeia, pôde observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas.
Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em oração, o aniversário do Divino Menino. A milenária promessa de paz vibrava no silêncio do bosque e no brilho das estrelas.
Padre Mohr não conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe ía na alma.
Pela manhã procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos.
O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta é a canção de Natal de que necessitamos!
Compôs a música para duas vozes e guitarra, porque o órgão da igreja, o único na localidade, estava estragado.
No dia de Natal de 1818, as crianças se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar.
Era diferente de tudo quanto haviam escutado. Noite de paz, noite de amor...
Dias depois, chegou ao povoado o consertador de órgão. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre.
O técnico em consertos de órgão era também um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e música da nova canção.
Consertando órgãos por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Canção de Natal. Não sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores.
Entre muitos que aprenderam a Canção, quatro crianças, os irmãos Strasser passaram a cantá-la.
O diretor de música do Reino da Saxônia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto.
A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Canção apaixonava os corações.
Mas ninguém sabia dizer quem era o autor.
Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar até Franz Gruber.
Haviam se passado mais de trinta anos. E a história do surgimento da Canção de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.
Não são conhecidas outras músicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua única produção.
Não será possível crer que as vozes do céu, que se fizeram ouvir na abençoada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que nós, os homens, pudéssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemoração, a cada ano, do aniversário do nosso Mestre e Senhor?

Redação do Momento Espírita, com dados colhidos no livro Remotos

cânticos de Belém, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim.
Disponível no CD Momento Espírita Especial de Natal, v. 15, ed. FEP.
Em 24.12.2013.
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